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    <title>Aurea Finvest News</title>
    <link>https://www.aureafinvest.com.br</link>
    <description>Fique por dentro das últimas novidades e insights imobiliários no blog da Aurea</description>
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    <item>
      <title>Galpões logísticos são porto seguro para o investidor imobiliário em tempos de incerteza</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/galpoes-logisticos-sao-porto-seguro-para-o-investidor-imobiliario-em-tempos-de-incerteza</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Fundos imobiliários, investidores institucionais e players internacionais encontram nos galpões contratos previsíveis, demanda consistente e valorização patrimonial
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Nem todos os ativos se curvam aos humores da economia. No mercado imobiliário brasileiro, os galpões logísticos são o exemplo mais evidente: seguem em alta mesmo em um cenário de juros elevados, que afeta diretamente a maior parte do setor. A explicação é estrutural: as profundas mudanças no consumo e na logística, impulsionadas pelo avanço do e-commerce e pela pressão por entregas cada vez mais rápidas, têm sustentado um ritmo consistente de demanda por espaços logísticos modernos, bem localizados e adaptados a operações de alta eficiência.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Fundos imobiliários, investidores institucionais e players internacionais encontram nos galpões contratos previsíveis, demanda consistente e valorização patrimonial. Para se ter uma ideia, os dados mais recentes, do primeiro trimestre de 2025, mostram uma taxa de vacância nos condomínios logísticos de alto padrão de apenas 7,9%, segundo o Market Analytics da SiiLA, um dos dados mais baixos da história.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Hoje, os ocupantes desses ativos vão muito além das transportadoras tradicionais. Plataformas de comércio eletrônico, redes varejistas, empresas de bens de consumo, farmacêuticas, indústrias de base tecnológica e até players do setor alimentício já disputam espaço. Essa diversidade revela a maturidade do mercado e sua relevância estratégica para qualquer pessoa que olhe para o setor imobiliário.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O protagonista com certeza é o e-commerce. Em 2024, o setor movimentou R$ 225 bilhões, alta de 14,6% sobre o ano anterior, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outro movimento irreversível é a descentralização da logística. Hubs urbanos e regionais menores permitem encurtar prazos de entrega e reduzir custos. O desafio está em adaptar modelos construtivos e regulatórios para atender essa nova lógica, mantendo eficiência.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A inovação também começa a redesenhar o perfil dos empreendimentos. Galpões inteligentes, com automação interna, sistemas de energia solar e soluções de refrigeração eficiente, tornam-se diferenciais competitivos. Esses recursos não apenas reduzem custos operacionais, como atendem às metas ESG de empresas e fundos, cada vez mais relevantes na decisão de locação ou investimento.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O acesso a terrenos estratégicos, no entanto, tornou-se mais caro. A disputa com empreendimentos residenciais e projetos de infraestrutura pressiona os custos. Isso estimula soluções como os galpões multinível, que otimizam áreas escassas e caras em regiões metropolitanas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No contexto latino-americano, o Brasil lidera o mercado de galpões logísticos. A dimensão territorial e o tamanho do mercado consumidor colocam o país em posição privilegiada. E, embora o entorno das grandes cidades do Sudeste se destaque, ainda há grande potencial fora dos grandes centros, especialmente no Nordeste, Centro-Oeste e Norte. Investidores atentos já se posicionam para aproveitar essas oportunidades no médio e longo prazo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A mensagem é clara: o setor logístico é estratégico e está mais forte do que nunca. Momentos de incerteza também são momentos de oportunidade. A demanda existe, está mudando e pede soluções inteligentes. Quem se antecipar, investindo em inovação construtiva, eficiência operacional e proximidade com o cliente, aproveitará os espaços que ainda estão abertos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 18:36:02 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Um novo segmento para os fundos imobiliários? Com avanço da inteligência artificial, data centers entram na mira dos FIIs — e cotistas podem lucrar com isso</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/um-novo-segmento-para-os-fundos-imobiliarios-com-avanco-da-inteligencia-artificial-data-centers-entram-na-mira-dos-fiis-e-cotistas-podem-lucrar-com-isso</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Com a possibilidade de o país se tornar um hub de centros de processamento de dados, esses imóveis deixam de ser apenas “investimentos diferentões”
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Não há como escapar: a inteligência artificial (IA) está em todo canto. Do mercado de trabalho a roteiros de viagem, cada vez mais pessoas usam — ou deveriam usar — a tecnologia para atividades do dia a dia.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com o avanço da IA no mundo todo, os chamados data centers ganham destaque. Eles são centros de processamento de dados, ou seja, empreendimentos extremamente especializados e de altíssima tecnologia, que funcionam como a infraestrutura física que possibilita a operação da inteligência artificial — mas não se resume apenas a ela.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Apesar de serem pouco conhecidos, esses empreendimentos entraram na mira dos fundos imobiliários, uma vez que o Brasil figura entre os países mais favoráveis para o desenvolvimento de data centers.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com a possibilidade de o país se tornar um hub de centros de processamento de dados e com o aumento da demanda pela tecnologia, esses imóveis passaram de um investimento “diferentão” para um novo horizonte para o mercado imobiliário.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para entender se os data centers serão um segmento para os fundos imobiliários e como os investidores podem ganhar com os novos ativos, o Seu Dinheiro consultou os especialistas Fábio Idoeta, CFO e diretor de relações com investidores da Sequóia Properties; Fábio Carvalho, sócio da Alianza Investimentos e gestor do FII Alianza Trust Renda Imobiliaria (ALZR11), que vem apostando em data centers; Marcelo Hannud, CEO da Aurea Finvest e especialista no segmento; e Marx Gonçalves, head de fundos listados da XP Investimentos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Quem olha um data center de fora não vê mais do que um galpão logístico. Porém, a semelhança entre os imóveis começa e termina aí.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os centros de processamento de dados possuem uma infraestrutura especializada, o que inclui sistemas de resfriamento e de fornecimento de energia elétrica, conectividade de alta velocidade e segurança avançada.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além disso, por não poderem parar, os data centers precisam ter acesso a sistemas de reserva de energia, o que torna a questão da produção energética o elemento mais crítico para a economia digital, segundo os especialistas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          E é aí que o Brasil brilha. Com uma matriz energética diversificada e limpa, ou seja, que prioriza fontes renováveis, o país se destaca como um local com potencial para desenvolvimento de centros de processamento de dados. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “O Brasil produz energia de boa qualidade, em quantidade, e ainda tem capacidade de expandir, porque tem um custo atrativo e confiabilidade. Tudo isso é essencial para um data center”, afirma Fabio Carvalho, em entrevista.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mas não para por aí. O país possui outras características fundamentais para o desenvolvimento desses imóveis, como uma boa conectividade com fibra óptica, além da estabilidade geopolítica e a localização geográfica. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Isso porque o Brasil raramente é alvo de guerras e está localizado, ao mesmo tempo, perto dos Estados Unidos e da Europa, o que facilita o acesso à fibra óptica no território.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Contudo, há uma região no país que chama ainda mais atenção para o mercado: o Nordeste e, mais especificamente, Fortaleza. A cidade é um importante ponto de conexão, onde chegam cabos de fibra óptica que ligam o Brasil à Europa e aos Estados Unidos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além disso, por ser uma região com infraestrutura de qualidade, há acesso a sistemas de escoamento de energia.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Data centers na mira dos fundos imobiliários
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atratividade do Brasil e a alta demanda por data centers vem mudando a forma como o mercado imobiliário enxerga esses imóveis. Marcelo Hannud conta que, antes da popularização da inteligência artificial, esses empreendimentos eram avaliados pelos gestores como ativos do setor energético, e não do setor imobiliário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, agora, a visão é outra. Segundo os analistas, os data centers nada mais são do que imóveis, apesar de contarem com uma alta especificação e padrões de operação global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O modelo de negócio dos data centers é muito familiar para os gestores de fundos imobiliários, só muda a especificidade do ativo, mas isso existe em todos os segmentos do mercado”, afirma Fábio Idoeta ao Seu Dinheiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O CFO da Sequóia Properties ressalta ainda que, no mercado internacional, já existem ativos imobiliários que se assemelham aos FIIs e investem em centros de processamento de dados. São os Real Estate Investment Trusts (REITs).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, os fundos imobiliários são formas eficientes de investimentos no setor em comparação com o investimento direto. Assim, os FIIs se consolidam como uma plataforma propícia para o desenvolvimento de data centers no país, possibilitando o aumento da construção desses imóveis no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os especialistas também destacam que os centros de processamento de dados são considerados ativos de renda, característica presente nos portfólios dos fundos imobiliários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, é consenso entre os participantes do mercado: é apenas uma questão de tempo para que os FIIs de data centers se tornem um novo segmento imobiliário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Obstáculos para os FIIs de data centers
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No entanto, o desenvolvimento do setor ainda é uma perspectiva de longo prazo. Isso porque a construção desses imóveis leva anos para ser concluída.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além disso, de acordo com os especialistas, o Brasil ainda precisa desenvolver mão-de-obra especializada, criar legislações voltadas para os data centers e criar incentivos fiscais para estimular a vinda de grandes empresas de tecnologia para o país.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em junho, o vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou uma política nacional para data centers, chamada Redata, que seria lançada ainda naquele mês. O objetivo seria oferecer incentivos, como a isenção de impostos, para impulsionar a atividade no Brasil.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Contudo, com a crise do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a proposta do fim da isenção dos dividendos dos fundos imobiliários, a iniciativa acabou ficando em segundo plano.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na visão dos analistas, a taxação dos proventos impacta no desenvolvimento de FIIs de data centers no país, uma vez que afeta o setor imobiliário como um todo, ao reduzir a atratividade do investimento. “Não inviabiliza, mas desestimula a criação de data centers, já que dificulta a captação de recursos e expansão dos fundos”, avalia Marx Gonçalves.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Apesar disso, um possível incentivo fiscal é visto como positivo. “A desoneração é um passo importante, mas não é suficiente por si só. É necessário também melhorar o ambiente regulatório e facilitar o financiamento”, afirmou o head de fundos listados da XP Investimentos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Enquanto o ambiente nacional ainda está em desenvolvimento, o que vem ocorrendo no mercado imobiliário é a incorporação de data centers em FIIs híbridos, ou seja, que alocam seus recursos em diversos tipos de ativos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Já os fundos imobiliários de papel — os quais investem em títulos do mercado imobiliário —, devem entrar no segmento de data centers após o desenvolvimento dos FIIs de tijolo. Isso porque, segundo Idoeta, quando houver demanda para a construção, os recebíveis imobiliários entrarão no radar como formas de financiamento.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Aos olhos do investidor: as vantagens do data center
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com a proliferação dos data centers no Brasil, quem deve sair ganhando são os investidores. Segundo os analistas, em geral, esses ativos são construídos no modelo built-to-suit, ou seja, desenvolvidos sob medida para atender às necessidades específicas de um determinado locatário.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Dessa forma, os imóveis já nascem com um aluguel recorrente previsto. Além disso, os contratos de locação são atípicos, ou seja, possuem prazos longos, sem revisional no meio do período de locação, e contam com multas altas de rescisão.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Como os data centers são imóveis específicos e de difícil reposição no mercado, os contratos atípicos protegem os fundos imobiliários de uma rescisão antecipada e até de inadimplência”, avalia Gonçalves.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Segundo o gestor da XP Investimentos, o modelo de contrato também é interessante por contribuir para uma maior previsibilidade no recebimento de aluguéis mesmo em um cenário de ciclos econômicos difíceis, o que é uma característica do Brasil. Além disso, garante o reajuste dos valores pela inflação.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os FIIs que investem em data centers também contam com inquilinos de peso, uma vez que os usuários dos imóveis costumam ser grandes empresas de tecnologia, que são consideradas boas pagadoras. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Assim, essas características aumentam a segurança para o investidor sobre o recebimento dos aluguéis a longo prazo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além disso, os cotistas passam a ter acesso a investimentos no segmento de tecnologia e diversificam a carteira de imóveis, o que, em geral, é visto como desejável pelos especialistas do setor imobiliário.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Nada é perfeito: os riscos e o perfil de investimento
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Apesar das vantagens, como todo investimento de renda variável, há riscos nos ativos de data centers que precisam entrar na balança.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Devido às características do imóvel, os FIIs ficam dependentes de um perfil específico de inquilino, o que dificulta a reposição no mercado em caso de rescisão do contrato.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, se o objetivo do investidor for obter lucros extraordinários, os data centers não são os ativos mais indicados. Isso porque, com os longos contratos de locação, dificilmente os aluguéis terão um crescimento muito rápido acima da inflação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Lucros excessivos com a venda dos imóveis também são raros com esses empreendimentos, uma vez que raramente os inquilinos optam por sair do local.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O estágio de desenvolvimento dos data centers no país também pode pesar no bolso, já que a construção de centros de processamento de dados exige um alto investimento inicial.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Após a criação desses imóveis, no entanto, ainda há a necessidade de um grande terreno para a expansão do empreendimento, que, segundo os especialistas, é bastante comum — e caro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O cenário de alta de juros no Brasil torna a captação de recursos para os ativos imobiliários ainda mais complexa. Com a Selic a 15% ao ano, os investidores tendem a migrar para os investimentos de renda fixa, o que reduz a emissão de cotas dos FIIs.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dessa forma, na visão dos analistas, os data centers são mais recomendados para investidores com perfil conservador, que valorizam a estabilidade do fluxo de caixa, e uma potencial valorização do ativo a longo prazo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que vem por aí
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Apesar do momento econômico do Brasil, o investimento em data centers já está no radar dos gestores.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na Sequóia, o fundo imobiliário Sequoia III Renda Imobiliária (SEQR11) possui um ativo no portfólio que está cotado para ser transformado em data center, segundo Idoeta.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O imóvel é um galpão logístico localizado na Penha, em São Paulo, e está vago desde março de 2024. Apesar do ativo ter características adequadas para a operação, o executivo avalia que os investimentos em data centers, por parte da gestora, devem ocorrer apenas no longo prazo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Alianza, em contrapartida, vem avançando no setor. Além dos investimentos através do ALZR11, a gestora firmou uma parceria, no início deste ano, com um investidor institucional, o GIC, segundo apurou o Seu Dinheiro. O objetivo da iniciativa é investir até R$ 3 bilhões em data centers no Brasil.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Já a Aurea Finvest, apesar de não ter planos de se tornar uma gestora de fundos imobiliários, pretende associar os data centers construídos pela desenvolvedora a FIIs.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 19:46:00 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/um-novo-segmento-para-os-fundos-imobiliarios-com-avanco-da-inteligencia-artificial-data-centers-entram-na-mira-dos-fiis-e-cotistas-podem-lucrar-com-isso</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Condomínios industriais: aposta para acelerar a reindustrialização do Brasil e oportunidade imobiliária</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/condominios-industriais-aposta-para-acelerar-a-reindustrializacao-do-brasil-e-oportunidade-imobiliaria</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Modelo atende à urgência de acelerar investimentos, reduzir riscos e gerar desenvolvimento econômico regional
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O que vem sendo chamado de “reindustrialização” do Brasil é uma das poucas pautas que mobilizam diferentes entes governamentais no mesmo sentido: municípios, estados e governo federal. E é uma oportunidade para os players imobiliários com capacidade de atender à demanda por espaços industriais.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Não faltam exemplos da intenção do poder público de estimular o setor, como o próprio plano Nova Indústria Brasil, lançado pelo Ministério da Indústria, ou os incentivos regionais, a exemplo do que vem sendo feito por governos estaduais como Minas Gerais ou Bahia, que reformularam sua política de incentivos industriais.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ao mercado imobiliário cabe olhar para esse cenário, viabilizar soluções inovadoras, criar valor para empresas e comunidades e, ao mesmo tempo, capturar oportunidades de negócios com projetos de alta rentabilidade. Os condomínios industriais representam uma dessas soluções – um modelo que atende à urgência de acelerar investimentos, reduzir riscos e gerar desenvolvimento econômico regional.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Diferentemente do tradicional processo de implantação de uma indústria em terrenos isolados, marcado por entraves burocráticos, altos custos de infraestrutura e longos prazos de licenciamento, os parques industriais multiempresariais entregam uma alternativa mais ágil e competitiva. Com infraestrutura de ponta, localização estratégica e serviços compartilhados, esses empreendimentos não só simplificam a instalação de novas plantas como também se tornam plataformas para integração entre empresas, fornecedores e comunidades locais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Um estudo da PwC Brasil reforça a atratividade do modelo ao apontar que projetos industriais em condomínios podem reduzir em até 40% o tempo de implantação e em 20% os custos operacionais com infraestrutura. Em um país onde a burocracia é historicamente um desafio para investidores, esses ganhos representam uma vantagem decisiva. Além disso, a adoção crescente de práticas ESG nos projetos – como eficiência energética, reuso de água, gestão de resíduos e certificações ambientais – agrega valor ao ativo imobiliário e o torna mais alinhado às exigências de investidores globais e das próprias cadeias produtivas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É uma equação que une impacto econômico positivo e rentabilidade, criando um círculo virtuoso entre indústria, infraestrutura e desenvolvimento regional. Nos próximos anos, espera-se uma expansão significativa dos condomínios industriais no Brasil, impulsionada pelo crescimento do e-commerce, pela necessidade de logística eficiente e pelo interesse de fundos imobiliários e players internacionais em ativos produtivos de qualidade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Regiões com vocação industrial e logística consolidada, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, seguirão liderando, mas há grande espaço para expansão em áreas estratégicas do interior e no entorno de pólos agroindustriais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Acompanhei recentemente o caso da instalação da multinacional DSM-Firmenich em um parque industrial em Minas Gerais, um exemplo concreto do poder desse modelo. A unidade foi concluída em apenas 16 meses – da aquisição do terreno à operação da fábrica, um feito raro no Brasil. Segundo a empresa, a combinação de infraestrutura pronta, agilidade no licenciamento e suporte técnico foi determinante para o investimento se concretizar.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outro caso que vale ser conhecido são os projetos do Brazilian Business Park (BBP) na cidade de Jarinu, no interior de São Paulo, que com uma ampla visão de negócio, agregou valor com a oferta de inúmeras facilidades para a implantação e operação das plantas industriais nos condomínios desenvolvidos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os casos ilustram como os condomínios industriais podem ser catalisadores de uma indústria mais ágil, integrada e com maior impacto regional. É o momento de olhar para os condomínios industriais não apenas como uma resposta às necessidades da indústria, mas como uma oportunidade para nosso setor inovar, capturar valor e participar ativamente da construção de um Brasil mais competitivo e sustentável. O potencial está posto: cabe a nós materializá-lo com visão de longo prazo, projetos de qualidade e gestão profissional.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 17 Jul 2025 18:39:01 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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    </item>
    <item>
      <title>Por que o mercado imobiliário resiste às tempestades</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/por-que-o-mercado-imobiliario-resiste-as-tempestades</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Nós, brasileiros, temos uma relação quase sentimental com o imóvel.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Em tempos de incerteza, poucas escolhas oferecem tanto segurança emocional quanto racional. E, no Brasil, quando se pensa em investimento, são os imóveis que cumprem essa função. Ao longo dos anos, o mercado imobiliário tem demonstrado uma capacidade de resiliência constante diante de cenários turbulentos. Essa resiliência está enraizada na cultura, no comportamento econômico e na estrutura do próprio mercado.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Nós, brasileiros, temos uma relação quase sentimental com o imóvel. Esse vínculo vem da nossa tradição de formar patrimônio, fortemente influenciada pela herança ibérica. Em momentos de instabilidade política, inflação, desemprego ou volatilidade nos mercados financeiros, o primeiro instinto de grande parte da população é proteger o que possui. E nada representa melhor essa proteção do que algo tangível, concreto.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É claro que o mercado imobiliário sofre com cenários como o atual, com juros altos e perspectivas de desaceleração da economia. Mas a particularidade do setor é justamente o tamanho desse impacto. Historicamente, em momentos de crise, o mercado imobiliário não se retrai mesmo em meio às turbulências. Pelo contrário, mantém uma dinâmica ativa e, em alguns nichos, até cresce.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Embora haja perfis diferentes tanto entre compradores como entre investidores de imóveis, o comportamento costuma se manter estável independentemente do contexto macroeconômico. O consumidor que busca moradia e não depende de financiamento continua ativo. O investidor que está em busca de oportunidades mantém o olhar atento e se movimenta com agilidade, buscando ativos subvalorizados. Já o investidor tradicional, de longo prazo, mantém as aquisições pontuais, sempre em busca de formação de patrimônio. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Há um fator psicológico que é frequentemente ignorado pelos economistas: o medo de não conseguir comprar amanhã o que ainda se pode comprar hoje. Quando o comprador vê os preços dos materiais subindo, os valores dos imóveis se ajustando e a inflação corroendo a moeda, ele percebe que deixar o dinheiro parado ou em qualquer outro instrumento financeiro pode ser mais arriscado do que adquirir um imóvel agora — mesmo com juros altos. Esse efeito de “antecipação defensiva” sustenta o movimento do mercado em cenários que, à primeira vista, pareceriam inibidores.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Quando se pensa em quais segmentos são os mais estáveis, vamos para os dois extremos do setor: habitação popular e imóveis de luxo. O alto padrão continua a ser o mais resiliente. Por atrair um público menos sensível ao crédito, tem ciclos próprios. Quando se trata de um comprador que pretende utilizar o imóvel, a aquisição se dá com ainda mais convicção patrimonial. Já entre investidores dessas faixas, muitas vezes, o bem é adquirido a preço de custo, em modelos de incorporação por permuta ou participação, o que permite ganhos relevantes.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na outra ponta, a habitação popular costuma demonstrar bastante resistência por operar em um ecossistema específico, com crédito subsidiado, forte demanda estrutural e uma dinâmica relativamente independente do mercado financeiro tradicional. Seu maior risco não é o preço do imóvel, mas a estabilidade do emprego do comprador.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outra curiosidade do setor imobiliário é que, mesmo quando saímos do segmento residencial, encontramos sinais de resiliência. Um exemplo são os galpões logísticos, que se consolidaram como uma estrela do setor desde a pandemia. O crescimento do e-commerce e a necessidade de soluções de armazenagem próximas aos centros urbanos elevaram a demanda por ativos modernos, demanda essa que ainda não foi suprida pelo setor de construção. Há uma lacuna significativa no parque logístico brasileiro, o que sustenta seu crescimento mesmo em momentos de contração econômica.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além disso, há o surgimento de classes de ativos, acompanhando a evolução da sociedade. Alguns exemplos: data centers, espaços de coworking, empreendimentos residenciais flexíveis, clubes de experiência. Esses ativos refletem mudanças de comportamento e exigências tecnológicas que vieram para ficar – e cenários turbulentos, embora possam desacelerar mudanças, não conseguem freá-las. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Foi atento a esse cenário cultural-comportamental que o mercado financeiro viu o crescimento de veículos mais estruturados no Brasil,
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           como os fundos imobiliários (FIIs), que têm se mostrado uma alternativa eficiente e acessível para a diversificação patrimonial e democratização do setor.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os fundos imobiliários têm carregado o mérito de garantir que o pequeno investidor acesse ativos antes restritos a grandes fortunas, com transparência, liquidez e gestão profissional. Claro que há a volatilidade inerente ao mercado de capitais, mas, mesmo após um ano mais desafiador, como o de 2024, esses fundos vêm recuperando fôlego e tendem a voltar ao seu ponto de equilíbrio, cada vez mais amparados pelo seu valor patrimonial e pela solidez dos ativos imobiliários que compõem suas carteiras. Daí a minha quase insistente defesa de que, mesmo em cenários adversos, há sempre boas oportunidades nos FIIs.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ao encarar o mercado imobiliário brasileiro como reflexo não apenas de fundamentos econômicos, mas também de questões culturais, sociais e emocionais, estamos nos abrindo a boas oportunidades. Imóvel no Brasil é e vai continuar a ser um instrumento de proteção, realização pessoal e investimento de longo prazo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 19 Jun 2025 21:12:02 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/por-que-o-mercado-imobiliario-resiste-as-tempestades</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Avanços tecnológicos apontam para nova era no desenvolvimento imobiliário</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/avancos-tecnologicos-apontam-para-nova-era-no-desenvolvimento-imobiliario</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         A capacidade de inovar não será apenas um diferencial competitivo para o setor — será uma questão de sobrevivência.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O poder transformador da ciência e da tecnologia sempre esteve no centro da nossa visão de futuro. Mas uma recente viagem, com o objetivo de conhecer algumas das mais avançadas tecnologias voltadas à área de real estate, reforçou de forma definitiva essa convicção.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Passei pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Boston, e no DatacenterDynamics (DCD), em Nova York, agora em março para um mergulho nas inovações que têm potencial para reconfigurar profundamente o setor imobiliário – da infraestrutura energética aos materiais de construção, passando pelo uso inteligente de dados.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Voltei com um aprendizado fundamental para quem trabalha ou investe no mercado imobiliário e de construção: embora o setor tenha como uma de suas principais características ser consolidado e até mesmo conservador, em um futuro próximo, a capacidade de inovar não será apenas um diferencial competitivo — será uma questão de sobrevivência.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O boom no setor de data centers tem feito com que nosso olhar se volte cada vez mais para a questão da energia, mas trata-se de avanços que vão impactar todo o desenvolvimento imobiliário. Por isso, entre as muitas tecnologias exploradas, verificamos no DCD em Nova York os Small Modular Reactors (SMRs), pequenos reatores nucleares modulares, que chamam a atenção pela capacidade de fornecer energia limpa, contínua e em larga escala a partir de unidades compactas, comparáveis ao tamanho de um contêiner.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com autonomia de operação de vários anos sem reabastecimento, sua flexibilidade de instalação pode significar uma nova era na autossuficiência energética de grandes empreendimentos imobiliários — incluindo data centers, parques logísticos e complexos multiusos. E sem os típicos riscos das grandes usinas nucleares, já que a segurança se dá nos mesmos moldes de um equipamento de raio-x dentro de hospitais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outra pauta de igual relevância à inserção da inteligência artificial no DCD Nova York é a da “sustentabilidade digital”. A iniciativa visa incorporar tecnologias que tornem os data centers mais verdes e eficientes, focando na redução de emissões e na conquista de créditos de carbono. Além disso, busca-se otimizar a eficiência operacional, com ênfase na redução de PUE (Power Usage Effectiveness) e WUE (Water Usage Effectiveness). Esses esforços não apenas promovem avanços tecnológicos, mas também reforçam o compromisso crescente das empresas com os critérios ESG, cruciais para o futuro sustentável do setor.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em paralelo, o desenvolvimento de chips mais eficientes energeticamente vem se mostrando essencial diante da explosão da demanda por processamento, especialmente com o avanço da inteligência artificial. Atualmente, a energia consumida por racks em data centers pode ultrapassar 100 kW — um salto exponencial em relação aos padrões de poucos anos atrás.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Pesquisadores trabalham para reverter esse cenário, criando processadores capazes de manter ou até ampliar sua performance com consumo muito menor. A eficiência energética deixa de ser apenas um diferencial técnico para se tornar um pilar fundamental da viabilidade de negócios digitais e da infraestrutura que os abriga.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outra fronteira promissora está nos materiais que produzem energia. Um exemplo instigante é o estudo de um tipo de concreto com propriedades semelhantes às de um capacitor, capaz de captar e armazenar energia térmica ou vibracional diretamente nas superfícies das construções. A ideia de que elementos estruturais possam se tornar fontes auxiliares de energia abre caminho para uma arquitetura mais inteligente, autossuficiente e integrada à lógica da sustentabilidade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          E se tratamos da capacidade energética para atender uma demanda cada vez maior para lidar com quantidades volumosas de dados, é a própria inteligência artificial e sua capacidade de trabalhar dados que começa a causar outra transformação no setor imobiliário. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em Boston, o MIT Sustainable Design Lab simula o consumo de energia de quase 100 mil edifícios da cidade, com base em dados geoespaciais, idade das construções, tipologias e uso do solo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O modelo permite identificar oportunidades de eficiência, planejar microgrids e redes de energia combinada e orientar políticas públicas com base em evidências precisas. Uma abordagem que inspira também o setor privado, sobretudo em projetos de larga escala, que exigem previsibilidade e resiliência.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É possível entender o estágio de maturidade de cada tecnologia, seus potenciais impactos no mercado e quais áreas da cadeia imobiliária podem ser transformadas. Em um cenário de rápidas mudanças, ter informação é essencial para profissionais e empresas tomarem decisões que maximizem o potencial das oportunidades.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A mensagem que compartilho a partir dessa experiência é clara: o setor imobiliário do futuro será moldado por dados, ciência, colaboração com centros de excelência e uma mentalidade de experimentação constante.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 10 Apr 2025 16:21:46 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ANEEL autoriza conexión de tres data centers en São Paulo hasta 2032, totalizando 359 MW</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/aneel-autoriza-conexion-de-tres-data-centers-en-sao-paulo-hasta-2032-totalizando-359-mw</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         El proyecto de Tecto Data Centers en Santana de Parnaíba tuvo autorización para conexión de 200MW.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         La Agencia Nacional de Energía Eléctrica (ANEEL) concedió autorización para la conexión al Sistema Interconectado Nacional (SIN) de proyectos que adicionarán una carga total de 479 megawatts (MW) hasta 2032, siendo 359 MW dedicados al sector de centros de datos.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Los 359 MW serán distribuidos entre tres proyectos de centros de datos en el estado de São Paulo, y el restante será destinado a una empresa del ramo de bioenergia y agroindustria que implantará una fábrica en el estado de Bahia para producir etanol a partir del procesamiento de maíz.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          La mayor parte de la carga fue concedida a la Aurea Finvest, empresa especializada en proyectos inmobiliarios para centros de datos, que contará con una carga de 200 MW hasta diciembre de 2032 para la instalación de un centro de datos hyperscale de la Techo Centros de datos en Santana de Parnaíba. La autorización envuelve la subestação Edgard de Souza, en São Paulo, de propiedad de la ISA Energía Brasil S.A.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          En respuesta a la DCD, el director de ingeniería de la Aurea Finvest, Moisés de Souza, repercute la aprobación: ”En el desarrollo de un proyecto de centro de datos, la Aurea Finvest garantiza todas las aprobaciones de terreno, ambientales y eléctricas necesarias para que el centro de datos sea instalado en el lugar. En esta etapa, entregamos el proyecto totalmente aprobado, pronto para el inicio de la construcción y montajes. El Parecer de Acceso de 200 MW en Santana de Parnaíba, por ejemplo, es un marco increíble por la potencia obtenida en aquella región".
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          La REC Bandeirantes 41 Participaciones S.A., empresa que actúa en el ramo inmobiliario para centros de datos, tuvo 88 MW aprobados para un proyecto que será instalado en São Paulo hasta julio de 2028, a través de seccionamiento de línea de transmisión de la ISA Energía Brasil S.A.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          La Pahlavan Ventures Threee Ltda., empresa de tecnología de la información, recibió autorización para un proyecto de centro de datos en São Paulo con carga de 71 MW hasta diciembre de 2032 y será conectado a la subestación Replan de la ISA Energía Brasil S.A.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          La DCD está en contacto con esas dos últimas empresas envueltas en la autorización de la ANEEL para conocer más detalles de los proyectos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:15:07 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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    </item>
    <item>
      <title>ANEEL autoriza conexão de três data centers em São Paulo até 2032, totalizando 359 MW</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/aneel-autoriza-conexao-de-tres-data-centers-em-sao-paulo-ate-2032-totalizando-359-mw</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Projeto da Tecto Data Centers em Santana de Parnaíba teve autorização para conexão de 200 MW.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) concedeu autorização para a conexão ao Sistema Interligado Nacional (SIN) de projetos que adicionarão uma carga total de 479 megawatts (MW) até 2032, sendo 359 MW dedicados ao setor de data centers.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os 359 MW serão distribuídos entre três projetos de centros de dados no estado de São Paulo, e o restante será destinado a uma empresa do ramo de bioenergia e agroindústria que implantará uma usina na Bahia para produzir etanol a partir do processamento de milho.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A maior parte da carga foi concedida à Aurea Finvest, empresa especializada em projetos imobiliários para data centers, que contará com uma carga de 200 MW até dezembro de 2032 para a instalação de um centro de dados hyperscale da Tecto Data Centers em Santana de Parnaíba. A autorização envolve a subestação Edgard de Souza, em São Paulo, de propriedade da ISA Energia Brasil S.A.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em resposta à DCD, o diretor de engenharia da Aurea Finvest, Moisés de Souza, repercute a aprovação: “No desenvolvimento de um projeto de data center, a Aurea Finvest garante todas as aprovações fundiárias, ambientais e elétricas necessárias para que o data center seja instalado no local. Nesta etapa, entregamos o projeto totalmente aprovado, pronto para o início da construção e montagens. O Parecer de Acesso de 200 MW em Santana de Parnaíba, por exemplo, é um marco incrível pela potência obtida naquela região".
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A REC Bandeirantes 41 Participações S.A., empresa que atua no ramo imobiliário para data centers, teve 88 MW aprovados para um projeto que será instalado em São Paulo até julho de 2028, via seccionamento de linha de transmissão da ISA Energia Brasil S.A.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Pahlavan Ventures Threee Ltda., empresa de tecnologia da informação, recebeu autorização para um projeto de data center em São Paulo com carga de 71 MW até dezembro de 2032 e será conectado à subestação Replan da ISA Energia Brasil S.A.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A DCD está em contato com essas duas últimas empresas envolvidas na autorização da ANEEL para conhecer mais detalhes dos projetos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/ThinkstockPhotos-471490144.2e16d0ba.fill-1200x630.jpg" length="141141" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 08 Apr 2025 19:26:40 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/aneel-autoriza-conexao-de-tres-data-centers-em-sao-paulo-ate-2032-totalizando-359-mw</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Por que o Brasil vai se tornar um hub global de data centers</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/por-que-o-brasil-vai-se-tornar-um-hub-global-de-data-centers</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         As projeções indicam que os investimentos em data centers no país podem ultrapassar US$ 6,5 bilhões anuais até 2030.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O Brasil está diante de uma oportunidade única para se consolidar como um hub global de data centers. Os fatores que impulsionam essa transformação já estão postos e indicam um cenário promissor. Mas, apesar de enorme potencial, ainda falta uma percepção mais ampla por parte de players internacionais sobre as vantagens estratégicas que o país oferece.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com um mercado global em plena expansão, impulsionado pela crescente demanda por serviços de nuvem, avanço da inteligência artificial (IA) e digitalização acelerada da economia, a corrida está lançada. É natural que as atenções se voltem para os anúncios de gigantes como Meta, Microsoft e Google, que destinam bilhões à infraestrutura de IA – a Meta sozinha prevê US$ 200 bilhões para essa finalidade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mas o Brasil, que já se destaca na América Latina, vem apresentando números promissores. As projeções indicam que os investimentos em data centers no país podem ultrapassar US$ 6,5 bilhões anuais até 2030, números que considero ainda subestimados. O país tem condições de capturar uma fatia maior do mercado global diante do ambiente propício para a instalação e operação de data centers.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Brasil possui vantagens competitivas únicas: uma matriz energética predominantemente renovável, baixo risco geopolítico e geológico e uma localização estratégica que facilita a conectividade com diferentes mercados. Além disso, a crescente digitalização da economia e o aumento da demanda por serviços baseados em nuvem fortalecem o cenário positivo para o setor. A seguir, destaco alguns dos principais fatores que consolidam essa vantagem competitiva.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Energia e localização
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          : Com o crescimento exponencial da IA, a dinâmica da localização dos data centers está mudando. Antes, a proximidade com centros urbanos era essencial para garantir baixa latência no processamento de dados. Agora, os chamados data centers hyperscale, voltados para o treinamento de modelos de IA, demandam volumes colossais de eletricidade, tornando a disponibilidade de energia o fator mais crítico na escolha do local de instalação.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Brasil, com sua matriz energética limpa e abundante, tem uma grande oportunidade nesse novo cenário. A instalação desses centros em regiões com alto potencial de geração de energia renovável pode posicionar o país como um polo estratégico para esse segmento específico.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Complementaridade com os EUA
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          : Os Estados Unidos continuam sendo o maior mercado consumidor de serviços de data centers e recentemente anunciaram um pacote de US$ 20 bilhões para incentivar o setor. Em vez de uma competição direta, há uma complementaridade natural entre Brasil e EUA. Enquanto os americanos enfrentam desafios energéticos crescentes, o Brasil pode se posicionar como uma solução viável, oferecendo energia limpa e capacidade de expansão para suprir parte dessa demanda.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Incentivo a investimentos
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          : Embora o setor de data centers seja fundamental para a economia digital, o financiamento virá, prioritariamente, da iniciativa privada. O governo pode desempenhar um papel crucial facilitando o ambiente de negócios, reduzindo burocracias e oferecendo incentivos fiscais que tornem o país mais competitivo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os sinais mais recentes são positivos. O ministério de Minas e Energia anunciou um decreto-lei para incentivar a instalação de data centers na região Nordeste. A proximidade dessa região com cabos submarinos conectados aos Estados Unidos e sua crescente geração de energia renovável são fatores favoráveis.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          De forma complementar, o país ainda pode utilizar o eixo já consolidado São Paulo-Campinas para atrair investimentos para o setor. Uma abordagem eficaz seria atrelar investimentos nessa região a compromissos proporcionais em outras áreas, como o Nordeste, garantindo uma expansão equilibrada e sustentável do setor. O momento é propício para a adoção de uma estratégia nacional equilibrada, fortalecendo novos polos tecnológicos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É necessário um esforço contínuo para divulgar as vantagens do Brasil no mercado global. Parcerias com big techs e eventos internacionais já têm ajudado a posicionar o país como um destino estratégico. O momento é agora. Com planejamento estratégico e ações concretas, o Brasil vai liderar a transformação digital na América Latina.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/WRssDiHctZZebPoDIKIgLzjemAEgIUhEzdkZwjNECGQHkJLhuMCKBfBOkWDxhOnh+%281%29.jpg" length="105418" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 20 Mar 2025 16:27:39 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/por-que-o-brasil-vai-se-tornar-um-hub-global-de-data-centers</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como a ação conjunta de governo e mercado pode potencializar crescimento de data centers no Brasil</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/como-a-acao-conjunta-de-governo-e-mercado-pode-potencializar-crescimento-de-data-centers-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         O Brasil tem tudo para ser alvo preferencial para investidores internacionais e liderar a corrida para atrair investimentos em data centers em relação a outros países emergentes.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O mercado de data centers segue em franca expansão globalmente, impulsionado pela crescente demanda por serviços de nuvem, o crescimento exponencial da inteligência artificial e a digitalização da economia. No Brasil, como já citei neste espaço, as projeções indicam investimentos robustos, que podem ultrapassar os US$ 6,5 bilhões anuais até 2030. Com um mercado já aquecido e em pleno desenvolvimento, a cooperação entre governo e setor privado pode potencializar ainda mais esse movimento, tornando o Brasil um dos principais destinos globais para esse setor.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Brasil possui um diferencial competitivo significativo em relação a outros mercados: matriz energética predominantemente renovável, baixo risco geopolítico e geológico e uma posição geográfica estratégica. Tem tudo para ser alvo preferencial para investidores internacionais e liderar a corrida para atrair investimentos em data centers em relação a outros países emergentes da América Latina. Chile, Colômbia e México estão bem-posicionados nesta disputa e, recentemente, Argentina também demonstrou interesse em entrar na corrida impulsionada por políticas de incentivo. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Desta maneira, o recente anúncio pelo Ministério de Minas e Energia de criar um decreto-lei voltado a incentivar a instalação de data centers no país é um passo positivo e para o qual os interessados no setor devem mirar todas as atenções. Uma ação alinhada entre setor público e mercado pode potencializar ainda mais os ganhos para quem investir em data centers.  
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Alguns pontos específicos merecem atenção. O primeiro é a importância de que a estratégia seja de expansão nacional. O noticiário tratou do foco que o governo vai procurar dar para o Nordeste, que tem, sem dúvida, muitos fatores vantajosos, como a proximidade com cabos submarinos conectados aos Estados Unidos e a crescente geração de energia renovável. No entanto, para que o Brasil se consolide como um polo global de data centers, é necessário um plano equilibrado que valorize tanto os centros já consolidados, como o eixo São Paulo-Campinas, quanto o potencial de outras regiões.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Uma possível solução seria atrelar os investimentos no Sudeste a compromissos de desenvolvimento em outras regiões, garantindo que novos projetos se expandam de forma harmoniosa pelo território nacional. Dessa forma, o governo pode, por exemplo, a cada novo investimento no eixo São Paulo-Campinas, condicionar um valor proporcional no Nordeste ou em outras regiões e, com isso, estimular a descentralização sem comprometer a atratividade do Brasil como um todo. A ampliação dessa estratégia não apenas fortaleceria o setor como também consolidaria a posição do Brasil como um destino preferencial para investimentos desse porte.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outro ponto que merece a atenção é a diversificação para a qual os projetos de data centers têm avançado. Com a ascensão da inteligência artificial, a localização dos equipamentos se torna menos dependente da proximidade com centros urbanos e mais dependente da disponibilidade de energia elétrica confiável e abundante. Os chamados data centers hyperscale, voltados para o treinamento de modelos de IA, consomem volumes colossais de eletricidade, tornando estratégica a implantação dessas infraestruturas em regiões com ampla geração de energia limpa. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outro fator determinante para o crescimento desse setor no Brasil é a sua relação com os Estados Unidos. O novo governo americano acabou de anunciar um pacote de investimentos de US$ 20 bilhões para o setor de data centers. Em vez de uma competição direta, há uma complementaridade natural entre os dois países. Os EUA seguem como o maior mercado consumidor desses serviços, mas enfrentam desafios energéticos crescentes. O Brasil pode se posicionar como uma solução viável para essa demanda, captando investimentos que expandam a capacidade de processamento de dados da América Latina e reduzam a pressão sobre a infraestrutura norte-americana.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O momento é de avanço e consolidação do Brasil nesse mercado. A criação de incentivos fiscais, a redução de tributação sobre equipamentos essenciais para data centers e a implementação de políticas que facilitem a entrada de novos investidores são medidas que podem favorecer ainda mais o crescimento do setor. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A colaboração entre governo e mercado vai acelerar esse desenvolvimento, garantir que o país capte os melhores e mais relevantes projetos e consolidá-lo como um hub digital de referência na América Latina.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 18 Mar 2025 16:31:58 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Obras do aeródromo de Sete Lagoas são iniciadas</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/obras-do-aerodromo-de-sete-lagoas-sao-iniciadas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Empreendimento na região Central do Estado terá investimentos de R$ 100 milhões e faz parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         As obras do aeródromo Campo de Bagatelle, localizado em Sete Lagoas, na região Central do Estado, foram iniciadas no começo deste mês, segundo o diretor de Desenvolvimento e sócio da Aurea Finvest (idealizadora do projeto), André Pompeu dos Santos. “A ideia era começar em janeiro, mas foi um período chuvoso. Só que, ainda assim, estamos dentro do cronograma”, diz.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com um investimento de R$ 100 milhões, o projeto conta também com um condomínio de casas fly-inn (conceito de casa com hangar em condomínios aeronáuticos). O valor vai viabilizar a infraestrutura da pista de pouso, o hangar FBO (Fixed-Based Operator ou operador de base fixa), bem como a infraestrutura do loteamento fly-inn.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A previsão é que as obras da primeira fase do aeroporto executivo sejam finalizadas em agosto deste ano, com possibilidade de pousos e decolagens das primeiras aeronaves. No pico das obras, que deve acontecer entre os meses de abril e maio, a estimativa é que por volta de 200 pessoas trabalhem no aeródromo. O executivo conta que não teve dificuldade de encontrar mão de obra para trabalhar no empreendimento, problema destacado por vários empresários de vários setores.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Campo de Bagatelle vai contar com uma pista de 1.400 metros de extensão com cabeceiras livres, permitindo a operação de aeronaves executivas de diversos portes. Além disso, o projeto do aeródromo em Sete Lagoas inclui um hangar FBO para atender usuários da aviação executiva; hangares para locação, voltados para oficinas especializadas; escolas técnicas e serviços aeronáuticos; posto de abastecimento de aeronaves; e centro comercial e de serviços.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O diretor destaca que o aeródromo surge como uma solução estratégica para proprietários e operadores de aeronaves diante da crescente demanda da aviação executiva mineira e da falta de infraestrutura adequada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “O projeto é uma alternativa ao fechamento do Aeroporto Carlos Prates, na Capital, e a saturação da Pampulha”, frisa.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Aeródromo é parte de um projeto de desenvolvimento imobiliário em Sete Lagoas
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Santos explica que o empreendimento é mais uma etapa de um projeto de desenvolvimento imobiliário idealizado pela Aurea Finvest, que inclui também o condomínio residencial fly-inn, com previsão do início das obras no segundo semestre deste ano, e o empreendimento logístico e industrial Eco 238, já em operação, com indústrias como a italiana Ompi e a suíça DSM Firmenich.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O aporte em infraestrutura da primeira fase do projeto do Eco 238 foi da ordem de R$ 15 milhões. “Há ainda os investimentos de implantação de cada empresa”, observa.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Para o executivo, está sendo viabilizado um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento em Sete Lagoas. “O Aeródromo Campo de Bagatelle, o condomínio Fly-Inn e o Eco 238 não são apenas projetos isolados, mas partes de um complexo que impulsionará a economia local”, diz. Esses empreendimentos ocupam juntos uma área de 7,8 milhões de metros quadrados, sendo que 60% do espaço contempla o condomínio logístico e industrial e 40% é voltado para as áreas comercial e residencial.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O fly-inn conta com lotes a partir de 1.200 metros quadrados. A execução e comercialização do aeródromo e do condomínio são de responsabilidade do Grupo Veredas, sediado em Sete Lagoas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 20 Feb 2025 20:04:20 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Setor de imóveis corporativos passa por transformação estrutural – saiba como aproveitar as melhores oportunidades</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/setor-de-imoveis-corporativos-passa-por-transformacao-estrutural-saiba-como-aproveitar-as-melhores-oportunidades</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Da incerteza gerada pela pandemia à reconfiguração das formas de trabalho, o setor precisou se reinventar.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Nos últimos anos, o mercado de imóveis corporativos no Brasil enfrentou desafios sem precedentes. Da incerteza gerada pela pandemia à reconfiguração das formas de trabalho, o setor precisou se reinventar. Agora, os mais recentes indicadores revelam um cenário de recuperação sustentada, impulsionado por fatores que vão além da mera retomada econômica: há uma transformação estrutural em curso, e aqueles que souberem interpretar essa nova dinâmica terão as melhores oportunidades de investimento e crescimento.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A primeira constatação relevante é que o tão anunciado “fim dos escritórios” nunca se concretizou. A realidade mostrou que, apesar da adoção do trabalho híbrido, a presença física continua essencial para a cultura organizacional, a inovação e a colaboração entre equipes. Grandes empresas, especialmente nos setores financeiro e tecnológico, voltaram a expandir suas áreas ocupadas, muitas vezes migrando para espaços mais modernos e eficientes.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Se a presença nos escritórios foi reafirmada, a forma como os espaços são utilizados mudou significativamente. A busca agora não é apenas por metragem, mas por maior eficiência. Empresas estão adotando layouts mais flexíveis, com áreas colaborativas, infraestrutura tecnológica avançada e certificações de sustentabilidade. Dados da consultoria imobiliária SiiLA mostram um crescimento na demanda por lajes menores – entre 250 m² e 750 m² –, refletindo essa tendência de otimização do espaço.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O impacto desse novo perfil de ocupação é direto nos preços e na vacância. Em São Paulo, a taxa de espaços vagos é de 19,16% nos empreendimentos A+, A e B, segundo a SiiLA, e ainda está acima do patamar pré-pandemia. Era de 14,67% nos primeiros meses de 2020. Em 2021, no auge da crise sanitária, a taxa superou os 21%. E a tendência segue de queda. Nas regiões mais disputadas, como a Faria Lima, a redução na vacância elevou significativamente os preços, demonstrando que a oferta de ativos de alta qualidade é cada vez mais limitada.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Outro dado que merece destaque é o crescimento expressivo da região da Chucri Zaidan, em São Paulo, como um novo polo de alto padrão na capital. Com preços mais competitivos e um estoque qualificado de empreendimentos, a região liderou a absorção líquida de 2024, consolidando-se como um destino privilegiado para empresas que buscam sofisticação sem os custos elevados da Faria Lima.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além da reconfiguração dos espaços corporativos, a volta ao escritório tem efeitos que transbordam para outros segmentos imobiliários. Shopping centers, por exemplo, são diretamente beneficiados pelo aumento do fluxo de trabalhadores em regiões comerciais, impulsionando o varejo, a alimentação e os serviços. Esse efeito cascata gera novas oportunidades para investidores atentos ao setor, que incorporam com grande sucesso prédios corporativos a shopping centers já consolidados, trazendo enorme sinergia para ambos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No entanto, o investidor ainda precisa lidar com desafios macroeconômicos, especialmente com os juros elevados. A taxa Selic, atualmente acima de 13% ao ano, impõe um custo de capital mais alto, afetando a dinâmica de compra e financiamento de ativos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Embora o cenário seja favorável para o setor de imóveis corporativos e a situação macroeconômica não deva impedir o crescimento do segmento, pode haver impacto na velocidade da recuperação, que tenderia a ser mais acelerada com juros mais baixos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O Brasil certamente entrou em um novo ciclo virtuoso para o mercado de imóveis corporativos. Um momento que emerge mais forte e alinhado a um novo cenário corporativo. Aqueles que souberem antecipar e seguirem atentos a essas mudanças terão um espaço privilegiado na próxima fase de crescimento desse mercado.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:07:06 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/setor-de-imoveis-corporativos-passa-por-transformacao-estrutural-saiba-como-aproveitar-as-melhores-oportunidades</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Os planos da Aurea Finvest para o setor brasileiro de datacenters</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/os-planos-da-aurea-finvest-para-o-setor-brasileiro-de-datacenters</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Com a crescente demanda por energia e terrenos adequadas para grandes projetos de dados, o próspero setor de datacenters brasileiro tem testemunhado o surgimento de novas empresas buscando oportunidades e oferecendo serviços no setor, entre elas as imobiliárias especializadas.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Nos últimos meses, novos players, bem como empresas estabelecidas tradicionalmente envolvidas na prospecção, aquisição e preparação de terrenos para venda a outros setores do mercado, começaram a mirar os datacenters como um novo nicho de negócios.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            A Aurea Finvest, por exemplo, estabeleceu uma equipe dedicada para esse tipo de operação. Em dezembro de 2024, a empresa solidificou ainda mais sua posição ao concluir a venda para a Tecto Data Centers – pertencente à V.tal – de um lote pronto para acomodar um dos maiores projetos de datacenter do país, com capacidade de 200 MW.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Mais recentemente, ela anunciou a disponibilidade de uma área de 500.000 m² com capacidade para suportar até 800 MW de projetos envolvendo datacenters. Conforme noticiado pela BNamericas, a empresa também está levantando capital privado para complementar seus recursos financeiros existentes.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Nesta entrevista, Marcelo Hannud, CEO e cofundador da Aurea Finvest, conversou sobre esse investimento no grupo e como a empresa faz negócios.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Como surgiu a aposta da Aurea Finvest para o setor de datacenters?
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : A Áurea Finvest é a junção de duas iniciativas no mercado imobiliário. De um lado, a Finvest, que era comandada por profissionais muito experientes em financiamento imobiliário, e de outro a Aurea. 
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            O Luis Cláudio [ex-Pactual e criador da Rio Bravo investimentos e da RB Capital] era o cara por trás da Finvest. A criação do CRI [securitização de ativos imobiliários] para aluguel no Brasil é algo que veio dele. Foi ele que conseguiu com que a CVM aprovasse isso. Esse foi o grande divisor de águas no Brasil para financiamento de projetos imobiliários.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Eu estava sempre do outro lado da mesa. A gente sempre esteve no lado do desenvolvimento, originação do terreno, aprovação de licenças... enfim, toda a esteira física do processo. Nossa relação vem de muitos anos, mas em mundos apartados.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            O Luis Cláudio vendeu a RB Capital, sua última empresa, há uns seis anos. Ele me chamou e falou “a gente sempre trabalhou junto, porém de lados opostos. Vamos nos juntar e fazer uma empresa de desenvolvimento imobiliário, já com os mecanismos, com as ferramentas financeiras”. Aí surgiu a Aurea Finvest. 
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            A Aurea Finvest tem vários segmentos do mercado imobiliário. Fizemos grandes movimentos na área de logística e de prédios comerciais, mas sempre muito em off. Operamos por trás das cortinas.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            E agora, em datacenters. Vimos uma grande oportunidade aí. Eu diria que a nossa grande vantagem é ser multidisciplinar e poder direcionar o canhão para aquele segmento que está mais, pujante naquele momento.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Quando se deu isso?
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Há uma questão de três anos, estávamos no fim da pandemia. Vimos uma movimentação grande no sentido de incremento da necessidade de potência, de capacidade. A gente veio acompanhando esse mercado, entendendo as mudanças, olhando esses movimentos fora do Brasil.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Vimos a implementação da Scala, a venda da Odata... e começamos a entender que essa dinâmica estava muito forte. Decidimos, com a nossa expertise em real estate e financeiro, mergulhar nisso.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : No modelo de negócios da Aurea Finvest, vocês preparam o terreno e o vendem para uma empresa de datacenter? 
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Localizamos, identificamos, compramos o terreno e o regularizamos. Fazemos todas as aprovações e licenças no âmbito civil e no elétrico, de conexão com a rede de energia. Enfim, o deixamos pronto para receber um projeto de datacenter de grande porte.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Ao iniciarmos todo esse processo antes, ganhamos muito tempo. A empresa de datacenter ganha agilidade para estruturar o site e lançar em uma janela de tempo menor.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            É uma estratégia agressiva. Gastamos somas consideráveis para comprar o terreno, fazer os projetos, pagar o volume. A gente inclusive projeta uma curva de consumo de energia para poder alocar essa energia dentro da empresa transmissora. Com isso, tenho o pacote 90% pronto. O que precisamos fazer é pegar esse pacote e customizar para o meu inquilino.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : A gente sabe que datacenter tem uma demanda de capacidade de energia, inclusive ao longo do tempo, que depende muito do próprio inquilino do site. Quando você diz que projeta e estima a curva, você já tem o seu cliente antes, ou faz tudo primeiro e depois busca um cliente? 
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Eu faço uma estrutura. Digamos, um boneco. Primeiro a gente o monta e depois eu posso colocar o boneco mais para cima, para baixo, arrumar o nariz, colocar o cabelo etc., ou seja, eu deixo todos os pontos críticos equacionados e depois, indo ao mercado, faço ajustes.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Portanto, há uma possibilidade de, após terem comprado o terreno, preparado, feito toda a regularização e as licenças, vocês não encontrarem o cliente, ou demorarem para fazê-lo.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : É o risco do negócio. Porém, para mitigar este risco, temos uma equipe comercial e bastante profissional ativa, que em paralelo vai prospectando junto ao mercado 24 horas por dia. Além do mais, também fazemos estudos de demanda, de mercado.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            Enquanto estamos prospectando novos terrenos, vendo onde é o melhor lugar para projetos de datacenter, e fazendo trabalho de base – até com prefeitos –, nosso outro time vai prospectando o que já temos. Eles vão para cima na outra ponta. 
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            “Olha, estou com uma área X que tem disponibilidade para 400 MW e com determinadas características que podem ser muito interessantes para o seu negócio.”
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Foi assim com a V.tal?
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Eles estão entrando nesse mercado com os grandes e viram nosso empreendimento com grande satisfação. Eles se surpreenderam. “Não é possível que você tenha isso pronto, esta pepita de ouro.” A parceria fluiu super bem. 
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
            A gente tinha vários possíveis parceiros para esse terreno, mas não conseguimos atender a todos. A nossa relação com o BTG Pactual [cujos fundos controlam a V.tal] é muito antiga também, o que ajudou.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Neste momento, vocês têm basicamente a V.tal de cliente na área de datacenter, certo? 
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Certo. A V.tal é um grande cliente. Fora isso, hoje temos 1,4 GW em projetos de terrenos imobiliários, em diferentes lugares, preparados e prontos.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : O modelo de negócios de vocês, de prospectar, comprar, preparar e vender o terreno para datacenter, é parecido com o de outras empresas que estão entrando nesse jogo? Como o da Supernova, em parceria com a Mapa Investimentos?
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Eles fazem algo muito parecido com a gente. Diria que a única diferença é que eles não têm um background imobiliário tão forte e uma expertise tão estruturada como a gente.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : A Mapa Investimentos tem vários projetos imobiliários... 
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Sim, eles sempre foram um grande investidor, fizeram grandes projetos como investimento. Mas nós somos mais executores. A gente faz, executa, cria o projeto. É um passo além.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             BNamericas
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : O que já se pode dizer do terreno de 800 MW em Sumaré?
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hannud
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
        
            : Estamos chamando esse projeto de Data City. É um nome interno, provisório, algo que costumamos fazer para cada projeto. Estou em viagens frequentes, dentro e fora do Brasil, para conversas com potenciais clientes hyperscalers, inclusive em parceria com potenciais operadores.
           &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 24 Jan 2025 15:07:41 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/os-planos-da-aurea-finvest-para-o-setor-brasileiro-de-datacenters</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sumaré vai ter datacenter de 800 MW</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/sumare-vai-ter-datacenter-de-800-mw</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Projeto é da Aurea Finvest, que já tem terreno de 680 mil m2 para a central; parecer de acesso à rede básica deve sair até o fim do ano
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais um datacenter de grande porte vai ser construído em São Paulo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em breve, em Sumaré, na região de Campinas, dessa vez com potência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de 800 MW.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O projeto é liderado pela Aurea Finvest, de São Paulo, especializada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em investimento e desenvolvimento imobiliário principalmente nas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           áreas de logística, comercial e residencial, e que recentemente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           também passou a desenvolver datacenters.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo disse à Brasil Energia o diretor de engenharia da empresa,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Moisés de Souza, até o meio do ano o MME deve publicar a portaria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para autorizar o acesso do projeto à rede básica e, na sequência, até o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           m de 2025 a expectativa é que a Aneel dê o parecer de acesso para o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           empreendimento. A conexão na subestação de Sumaré, da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           transmissora ISA Energia, muito próxima de onde será instalado o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           centro de dados, também está com negociação adiantada, revela o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           executivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir daí, a estimativa é concluir nos primeiros meses de 2026 as
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           questões de autorizações fundiárias, com a prefeitura de Sumaré, e de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           licenciamento ambiental, com a Cetesb, do terreno de 680 mil metros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           quadrados já adquirido pela Aurea, em área agrícola da cidade. Com
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           todas essas etapas concluídas, informa Souza, o datacenter pode
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           começar a ser construído, o que ele estima ocorrer daqui a cerca de 18
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           meses.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O modelo de negócio da Aurea Finvest é usar sua longa expertise no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mercado imobiliário para encontrar as melhores áreas para a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           instalação dos datacenters, comprá-las e aí entrar com a requisição de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           parecer de acesso. Trata-se aí até de exigência do MME: o solicitante
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           precisa ser dono do terreno, para evitar especulações nos pedidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No andamento do processo, a empresa vai negociando com possíveis
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           interessados em operar os datacenters, sejam empresas da área ou
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           grandes consumidores dos serviços, por exemplo, as big techs, o que
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para o projeto de Sumaré já está ocorrendo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro deal concluído da área de datacenters da Aurea foi com a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tecto, do grupo V.tal, que assumiu o terreno e todas as autorizações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           do datacenter que será instalado em Santana de Parnaíba, conforme
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           noticiado pela Brasil Energia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste caso, a Tecto preferiu na negociação implantar ela própria a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           central, embora a Aurea, segundo Moisés de Souza, tenha equipe de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           engenharia capacitada para gerenciar e implantar a edicação e a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           infraestrutura de energia e resfriamento necessária para os futuros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           usuários instalarem seus servidores de TI.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o de 800 MW, Souza afirma que há muitas negociações em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           andamento. Segundo ele, aliás, outros dois ou três projetos devem ser
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anunciados em breve.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para financiar esses vários projetos na área, a empresa contratou a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           norte-americana Delphos, consultoria financeira especializada em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mercados emergentes, para buscar investidores no exterior. A
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           expectativa é de que os recursos sejam captados nos Estados Unidos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e em países da Europa e da Ásia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A meta é captar inicialmente US$ 500 milhões para desenvolver o
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           portfólio de projetos de datacenters, o que deve ser ampliado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           posteriormente para US$ 800 milhões. Segundo ele, além do dólar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           forte ter tornado o país atrativo para os aportes estrangeiros, há
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           outras vantagens competitivas. “Temos energia limpa, áreas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           disponíveis e mão-de obra qualificada, é só não perder a janela de oportunidade”, afirma o diretor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Souza cita ainda que o interesse de empresas dos Estados Unidos, em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           específico, onde hoje há uma base instalada de 22 GW em
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           datacenters, é ainda maior, por conta da escassez de capacidade de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           energia do país para as novas centrais de grande porte que atendem a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            inteligência artificial. “O Brasil é a bola da vez para eles”, disse Não à toa,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           segundo estimativas da Arizton Research, os investimentos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em novos projetos de datacenters no Brasil até 2030 devem chegar a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           US$ 6,5 bilhões ao ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 23 Jan 2025 17:58:40 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/sumare-vai-ter-datacenter-de-800-mw</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Aurea Finvest anuncia planos para um projeto de data center de 800 MW em Sumaré, no estado de São Paulo.</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/aurea-finvest-anuncia-planos-para-um-projeto-de-data-center-de-800-mw-em-sumare-no-estado-de-sao-paulo</link>
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      <pubDate>Thu, 23 Jan 2025 13:49:48 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/aurea-finvest-anuncia-planos-para-um-projeto-de-data-center-de-800-mw-em-sumare-no-estado-de-sao-paulo</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A nova era dos shoppings: o que os grandes empreendimentos têm feito para inovar e atrair investimentos</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/a-nova-era-dos-shoppings-o-que-os-grandes-empreendimentos-tem-feito-para-inovar-e-atrair-investimentos</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         O mais interessante e relevante para se olhar do ponto de vista do investidor é que as possibilidades para áreas de shoppings ainda estão longe de encontrar o seu esgotamento
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Na definição mais comum, os shopping centers são apenas empreendimentos que aglutinam pontos de consumo e convivência. No máximo, variam o padrão, dos mais populares aos mais luxuosos. Mas quando observamos como esses espaços evoluíram e se transformaram tornando-se ativos imobiliários de ainda mais valor, percebemos que olhar para além da sua função original pode transformar um setor. Os shoppings mais bem sucedidos atualmente são aqueles que souberam se adaptar, lideraram ou reagiram às mudanças urbanas e, consequentemente, expandiram suas funcionalidades.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Como cunhou o engenheiro Claudio Dall’Aqua Jr., um dos principais especialistas no setor, “shoppings são verdadeiros organismos vivos”. Portanto, diante das atualizações constantes dessa classe de ativos e, com elas, das novas possibilidades de investimento, é necessário estar sempre atento às oportunidades geradas por esses centros comerciais
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Um exemplo notável dessa dinamicidade é a reinterpretação do papel dos estacionamentos, que passaram de meros espaços funcionais para ativos imobiliários de cada vez maior valor. Hoje, as áreas de estacionamentos dos shopping centers representam muito mais do que um local para deixar veículos: são ativos, muitas vezes, com alto potencial construtivo propiciando assim amplo espaço para inovação.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Com áreas amplas e localização estratégica, essas regiões podem ser transformadas em torres comerciais, residenciais, hoteleiras ou mesmo em espaços de lazer e eventos. Além disso, a exploração do potencial dos estacionamentos é fortemente influenciada pela localização do shopping e pelas características de sua microrregião. Regiões urbanas densamente povoadas e bem desenvolvidas tendem a oferecer maior demanda por empreendimentos comerciais ou de serviços especializados. Já áreas periféricas ou menos densas são as que se beneficiam de soluções voltadas para atrair maior público, como centros de lazer ou eventos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Um exemplo prático é o Iguatemi São Paulo, que aproveitou áreas de estacionamento para construir dois deck-parks e uma torre de escritórios. Em Campinas, o Shopping Galleria, recentemente, agregou ao complexo um prédio Triple A de enorme sucesso, inclusive  requalificando o mercado de escritórios na região. O Morumbi Shopping, também em São Paulo, seguiu uma tendência semelhante, utilizando parte de seus estacionamentos para expansão do varejo e desenvolvimento de novas estruturas. Esses casos demonstram como é possível maximizar o valor do ativo imobiliário sem comprometer a experiência dos consumidores.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Um exemplo prático é o Iguatemi São Paulo, que aproveitou áreas de estacionamento para construir dois deck-parks e uma torre de escritórios. Em Campinas, o Shopping Galleria, recentemente, agregou ao complexo um prédio Triple A de enorme sucesso, inclusive  requalificando o mercado de escritórios na região. O Morumbi Shopping, também em São Paulo, seguiu uma tendência semelhante, utilizando parte de seus estacionamentos para expansão do varejo e desenvolvimento de novas estruturas. Esses casos demonstram como é possível maximizar o valor do ativo imobiliário sem comprometer a experiência dos consumidores.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Embora tenha trazido o exemplo dos estacionamentos em mais detalhes, mesmo dentro da própria área construída dos shoppings há casos de reformulação de espaços que ganharam destaque. Entre elas, cito uma bastante evidente: o número crescente de restaurantes que se desconectaram das antigas praças de alimentação. O shopping não é só fast food, mas também um lugar onde é possível fazer boas refeições. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Durante a pandemia, diversos cenários foram pensados com relação a perpetuidade deste ativo imobiliário. No entanto, sua resiliência e capacidade de transformação tornou-se evidente. Saíram da pandemia ainda mais fortes consolidando-se como um componente fundamental na vida social e comercial das cidades trazendo as mais diversas experiências para seus frequentadores.  Encontramos áreas de performance interativas, aquários, circos, estruturas de patinação entre outras modalidades.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O mais interessante e relevante para se olhar do ponto de vista do investidor é que as possibilidades para áreas de shoppings ainda estão longe de encontrar o seu esgotamento. As mudanças constantes, como “um organismo vivo” mesmo, demonstram como um ativo imobiliário tem a capacidade, a despeito do próprio nome, de se “movimentar” e evoluir sua estrutura, atendendo às demandas do mercado e da sociedade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 14:09:51 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Aurea Finvest vai investir R$ 200 milhões em seus primeiros condomínios residenciais</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/aurea-finvest-vai-investir-r-200-milhoes-em-seus-primeiros-condominios-residenciais</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Empresa aposta em imóveis de luxo e já comprou terrenos na região do Morumbi, em SP
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A empresa de desenvolvimento imobiliário Aurea Finvest, que já atua com data centers e galpões logísticos, definiu investimentos de R$ 200 milhões em seus primeiros condomínios residenciais de luxo em São Paulo. Diante da alta dos juros, que significa financiamento mais caro, a companhia está buscando investidores interessados em participar dos empreendimentos desde a fase inicial de desenvolvimento. A economia em entrar nessa fase, ao invés de comprar o imóvel pronto, é estimada em 40%. O investidor, no entanto, assume também o risco até a entrega do imóvel.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Terrenos já foram adquiridos na região do Morumbi - bairros Jardim Guedala e Cidade Jardim - pelo braço residencial da empresa, a Aurea Homes. Também há negociação para aquisição de outras quatro propriedades, dentro de um plano de até oito lançamentos anuais. As residências terão entre 500 e 600 metros quadrados de área útil, a depender do tamanho do terreno, sempre em bairros mais nobres da cidade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Aurea Finvest tem entre seus líderes os executivos Luiz Cláudio Garcia de Souza, ex-Pactual e cofundador da gestora Rio Bravo, e Marcelo Hannud, com mais de 40 anos na área de desenvolvimento imobiliário.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 13:56:47 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Aurea Finvest constroi data center de R$ 5 bilhões</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/aurea-finvest-constroi-data-center-de-r-5-bilhoes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Empreendimento em Sumaré, São Paulo, terá capacidade de 800 MW.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Aurea Finvest, empresa de investimento e desenvolvimento imobiliário de alta complexidade, anunciou a construção de um data center com capacidade de 800 MW de potência em Sumaré, no interior de São Paulo, com investimento estimado em até R$ 5 bilhões. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em um terreno de 500 mil metros quadrados, o empreendimento terá 300 mil metros quadrados de área construída. O imóvel fica próximo à subestação da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) e à Rodovia dos Bandeirantes (SP-348).
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Segundo Marcelo Hannud, CEO da Aurea Finvest, o projeto é resultado de um extenso mapeamento das melhores áreas para o desenvolvimento de data centers. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Escolhemos Sumaré por sua localização privilegiada, infraestrutura robusta e proximidade com importantes redes de transmissão de energia. Este será um marco não apenas para a Aurea Finvest, mas para todo o mercado de data centers no Brasil”, afirma Hannud.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Aurea Finvest vem direcionando esforços para explorar a alta demanda do segmento de data centers. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em dezembro de 2024, a empresa concluiu a venda de uma área pronta para receber um dos maiores empreendimentos de data center do país, com capacidade de 200 MW, para a Tecto Data Centers, subsidiária da V.Tal. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A título de comparação, a capacidade é 10 vezes maior do que a do Mega Lobster, terceiro e mais recente investimento da Tecto em Fortaleza. Já o empreendimento da companhia em Porto Alegre tem capacidade de 6 MW.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O data center de Sumaré também é um investimento para ser vendido de forma semelhante.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “O Brasil tem se destacado no cenário internacional como um dos mercados mais promissores para infraestrutura de data centers. A combinação de fontes de energia renováveis, baixa incidência de desastres naturais e uma geografia favorável posiciona o país como um hub estratégico para operações globais”, destaca Hannud.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Fundada em 2022, a Aurea Finvest é resultado da fusão da Finvest, empresa com mais de 30 anos no mercado financeiro imobiliário, e a Aurea, com 35 anos de história no desenvolvimento imobiliário de produtos residenciais, comerciais e logísticos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A companhia atua gerenciando todas as fases de desenvolvimento dos ativos imobiliários, desde a concepção até a execução, incluindo a realização do processo de venda, bem como a estruturação e captação financeiras. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No total, a empresa já desenvolveu mais de 7,4 milhões de metros quadrados em segmentos como data centers, comercial, logístico e residencial. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 17 Jan 2025 14:22:54 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Plano de data center de até 800 MW e R$ 5 bilhões é anunciado para Sumaré, São Paulo</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/plano-de-data-center-de-ate-800-mw-e-r-5-bilhoes-e-anunciado-para-sumare-sao-paulo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         O início das obras está previsto para 2026
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Dando continuidade à sua expansão no mercado de data centers, a Aurea Finvest, empresa de investimento e desenvolvimento imobiliário de alta complexidade, anunciou um projeto de 800 MW de potência em Sumaré, no interior de São Paulo. A instalação ocupará uma área de 500 mil metros quadrados, sendo 300 mil metros quadrados de área construída.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A empresa adiantou à DCD que o início das obras está previsto para começar daqui a um ano e meio. Ainda não há previsão para o início das atividades.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Neste momento, o projeto está em fase de conversa com empresas interessadas em operar seu projeto. Além disso, está avançando com os órgãos reguladores para a garantia da capacidade energética.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O terreno escolhido para o projeto está estrategicamente localizado próximo à subestação da CTEEP e à Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), facilitando a logística e o acesso à infraestrutura energética essencial para a operação de data centers em larga escala. A estimativa é de um investimento no projeto de até R$ 5 bilhões.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O anúncio é parte de uma estratégia da Aurea Finvest de direcionar esforços para explorar a alta demanda do segmento de data centers. Em dezembro de 2024, a empresa concluiu a venda de uma área pronta para receber um dos maiores empreendimentos de data center do país, com capacidade de 200 MW, para a Tecto Data Centers, subsidiária da V.Tal. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “O Brasil tem se destacado no cenário internacional como um dos mercados mais promissores para infraestrutura de data centers. A combinação de fontes de energia renováveis, baixa incidência de desastres naturais e uma geografia favorável posiciona o país como um hub estratégico para operações globais,” afirma Marcelo Hannud, CEO da Aurea Finvest.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Segundo Hannud, o projeto de Sumaré é resultado de um extenso mapeamento das melhores áreas para o desenvolvimento de data centers. “Escolhemos Sumaré por sua localização privilegiada, infraestrutura robusta e proximidade com importantes redes de transmissão de energia. Este será um marco não apenas para a Aurea Finvest, mas para todo o mercado de data centers no Brasil.”
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A crescente demanda por soluções de armazenamento e processamento de dados continua a impulsionar investimentos no setor. Tecnologias como inteligência artificial e computação em nuvem têm acelerado a necessidade por infraestruturas digitais robustas. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Este cenário cria uma oportunidade única para empresas com experiência e visão estratégica como a nossa. Estamos comprometidos em atender essa demanda com projetos alinhados às melhores práticas de sustentabilidade, eficiência energética e segurança operacional,” reforça Hannud.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 17 Jan 2025 14:20:56 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/plano-de-data-center-de-ate-800-mw-e-r-5-bilhoes-e-anunciado-para-sumare-sao-paulo</guid>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sumaré anuncia construção de complexo de datacenters com investimento de R$ 5 bilhões</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/sumare-anuncia-construcao-de-complexo-de-datacenters-com-investimento-de-r-5-bilhoes-veja-mais-em-https-tododia-com-br-cidades-sumare-anuncia-construcao-de-complexo-de-datacenters-com-invest</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Previsão é que obras comecem em um ano; estrutura deve abrigar salas de processamento de dados e gerar cerca de mil empregos diretos e indiretos.
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  
         Sumaré deve ganhar um complexo de datacenters, com investimento de R$ 5 bilhões e previsão de início de construção em até um ano. As informações foram divulgadas pela Prefeitura de Sumaré nesta terça-feira (14) e confirmada pela empresa Aurea Finvest à TV TODODIA. O empreendimento deve gerar, aproximadamente, mil empregos diretos e indiretos.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A área escolhida para instalação do complexo tem 500 mil metros quadrados e fica próxima à subestação da CPFL e da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348). No total, serão 300 mil metros de área construída.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           De acordo com o coordenador da investidora, Paulo Succar, a estrutura a ser construída em Sumaré abrange a implantação de um edifício que vai abrigar as salas de processamento de dados.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           “O edifício vai ter as condições adequadas para instalação dos processadores. É um edifício totalmente tecnológico que vai prover a infraestrutura básica para o funcionamento do datacenters”, comentou.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           “Vamos atuar desde a implantação até o cliente final”, completou.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Succar explica ainda que a investidora será responsável pela implantação da estrutura, busca pela empresa que vai se instalar no espaço e contratação de uma empresa especializada para gestão da operação.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/1200-x-800-2025-01-15T182726.795.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          De acordo com a Prefeitura de Sumaré, a empresa está na fase de entrega da documentação para implantação do empreendimento. A intenção da administração é construir um polo tecnológico no entorno da área  onde a Áurea deve se instalar.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           “Na região em que a empresa vai montar a estrutura, vamos criar um novo polo industrial, tecnológico, de informação e de desenvolvimento para a nossa cidade”, afirmou Henrique do Paraíso.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A Aurea Finvest se define como uma investidora e desenvolvedora imobiliária independente e tem atuado, principalmente, nas áreas de tecnologia, logística e gestão estratégica.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/post_news-2f6d23a8.webp" length="96516" type="image/webp" />
      <pubDate>Fri, 17 Jan 2025 14:18:33 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sumaré terá investimento bilionário para novo data center</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/sumare-tera-investimento-bilionario-para-novo-data-center</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Polo tecnológico
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Junto a Hortolândia, a cidade tem se tornado um polo de datas centers, que são uma espécie de galpões de armazenamento de dados digitais. Empresas como a Ascenty, por exemplo, tem onze deles – de 34 espalhados pelo mundo – nos dois municípios. A Microsoft constrói um em Sumaré e dois em Hortolândia.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O novo investimento foi comemorado pelo prefeito de Sumaré, Henrique do Paraíso (Republicanos). Membros do governo e representantes da Aurea se reuniram nesta terça para falar sobre a implantação.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além da geração de empregos, a prefeitura também espera um incremento na arrecadação de impostos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          No encontro, segundo nota divulgada pela prefeitura, Henrique afirmo que sua equipe já trabalha para facilitar a instalação.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          “Estamos anunciando um investimento de R$ 5 bilhões para Sumaré. Na região em que a empresa vai montar a estrutura, vamos criar um novo polo industrial, tecnológico, de informação e de desenvolvimento para a nossa cidade”, afirmou o prefeito.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/microsoft-2.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Cidade foi escolhida por conta de boa infraestrutura de energia elétrica, anúncio foi feito pela prefeitura.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A implantação de um novo data center em uma área nas proximidades da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) injetará um investimento bilionário em Sumaré. A informação foi divulgada pela prefeitura nesta quarta-feira (15). A empresa que irá operar o data center ainda não está definida.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A infraestrutura, como a aquisição do terreno e a construção do galpão, é de responsabilidade da Aurea Finvest, escritório de São Paulo especializado no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O investimento é estimado em R$ 5 bilhões, com expectativa de geração de empregos principalmente durante as obras do local – um imóvel de 300 mil metros quadrados em uma área de 500 mil metros quadrados.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Paulo Succar, diretor de desenvolvimento da Aurea, afirmou que de 10 a 15% do valor correspondem à etapa estrutural, que deve levar cerca de 3 anos. O restante do investimento deve ser feito pela empresa que irá ocupar o data center, com equipamentos, por exemplo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em entrevista ao LIBERAL, Paulo disse que a escolha por Sumaré se deve a fatores estruturais que a cidade oferece. O principal deles diz respeito ao fornecimento de energia, já que os data centers são grandes consumidores de eletricidade.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Não por acaso, a área escolhida pela Áurea para ser oferecida a uma empresa interessada está nas proximidades de uma subestação da CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz), segundo a prefeitura.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O diretor ainda destacou a necessidade de conectividade, ou seja, a disponibilidade de redes de fibra óptica, outro requisito que Sumaré cumpre.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/1200-x-800-2025-01-15T182726.795.jpg" length="78672" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 17 Jan 2025 14:10:03 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Quais são as melhores oportunidades do setor imobiliário em 2025?</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/quais-sao-as-melhores-oportunidades-do-setor-imobiliario-em-2025</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         O setor imobiliário brasileiro passou por momentos marcantes em 2024, um ano definido por uma surpreendente reviravolta no cenário de juros globais. Essa mudança deixou marcas profundas, sobretudo no desempenho dos fundos imobiliários, e evidenciou como o setor é fortemente influenciado por políticas macroeconômicas.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mas novas oportunidades surgiram em segmentos atrelados a indústrias economicamente fortes, como de tecnologia e agronegócio. Com 2025 já batendo à porta, as lições do último ano nos preparam para um cenário desafiador, mas muitas possibilidades seguem colocadas na mesa e merecem um olhar atento. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em primeiro lugar, os data centers, tema recorrente desta coluna, crescem como um dos protagonistas do setor imobiliário, impulsionados pela potente demanda tecnológica. Aplicativos, inteligência artificial e a digitalização da economia têm ampliado a necessidade de infraestrutura de armazenamento e processamento de dados. Essa tendência promete consolidar os data centers como um dos ativos mais relevantes nos próximos anos, com reflexos positivos tanto no mercado imobiliário quanto em setores adjacentes.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A logística também continua a crescer, sustentada pelo avanço do e-commerce e pela expansão para novas fronteiras de consumo no Brasil. A modernização da malha logística e o surgimento de novos polos econômicos são fatores estruturais que devem sustentar investimentos nesse segmento.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A força do agronegócio também segue incentivando o setor imobiliário, com oportunidades na construção de infraestrutura para logística, armazenagem e transportes dos grãos brasileiros que abastecem o mundo. Essa necessidade do agro ainda está longe de ser devidamente atendida. Por isso, a expectativa é de que o impacto positivo do agronegócio no setor imobiliário seja prolongado e duradouro independentemente de sazonalidade e percalços. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os segmentos residenciais também demonstram resiliência: enquanto a habitação econômica tem registrado um crescimento expressivo e o mercado de alta renda permanece inabalado, protegido pelo perfil financeiro robusto de seus consumidores, a classe média tem sofrido com o peso dos financiamentos encarecidos, evidenciando sua vulnerabilidade aos juros altos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Olhar para o cenário macro e para essa setorização é um dos pontos centrais para compreender as perspectivas para 2025. Seguiremos com a poupança tradicional insuficiente para financiar a expansão imobiliária e os juros como maior inimigo do mercado imobiliário. A falta de medidas governamentais para conter gastos públicos pode agravar ainda mais o cenário.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O mercado de capitais se consolida, portanto, como uma alternativa robusta. Instrumentos como CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e outras formas de dívida, que vêm ganhando tração nos últimos tempos, vão oferecer às incorporadoras novas possibilidades de captação de recursos tendo já amplamente substituído o tradicional financiamento pela poupança.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Em 2025, embora os desafios sejam evidentes, o mercado imobiliário brasileiro não está sem alternativas. Olhar para projetos ligados à transformação tecnológica, para as regiões de fronteira agrícola e para o crescimento do setor residencial econômico continuará a ser uma fonte de boas oportunidades. O fortalecimento de opções de financiamento via mercado de capitais, mesmo com juros altos, também sinaliza para caminhos possíveis. 2025 será um ano de resiliência, criatividade e muito planejamento.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/imobiliario.jpg" length="157679" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 17 Dec 2024 19:01:20 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como investir em imóveis em tempos de juros altos</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/como-investir-em-imoveis-em-tempos-de-juros-altos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “É hora de investir em imóveis”. Sei que essa asserção parece pouco convincente no atual cenário econômico. Também não vou contradizer o óbvio: com a elevação da Selic e um mercado de renda fixa atrativo, os desafios para o setor imobiliário têm sido cada vez maiores. Acompanho no dia a dia o aumento dos custos de financiamento e a restrição ao crédito. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Investir em imóveis, portanto, parece ser uma alternativa desafiadora. No entanto, neste mercado tão complexo encontramos também caminhos menos óbvios. E há uma modalidade de investimento no setor imobiliário que surge como alternativa a um momento de ativos encarecidos. Trata-se do investimento direto em empreendimentos imobiliários em fase de desenvolvimento, ou seja, a preço de custo real daquele imóvel. É essa a alternativa que vamos abordar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diferentemente da compra de um imóvel pronto ou de aplicações atreladas a ativos do mercado imobiliário, essa modalidade permite ao investidor uma participação direta no projeto, transformando-o em um “sócio” do empreendimento e possibilitando condições bastante vantajosas. Em vez do valor de mercado de um imóvel pronto, o investidor passa a custear apenas as despesas relacionadas ao desenvolvimento do projeto. E, como parceiro do desenvolvedor, é favorecido por entrar a um custo que é aproximadamente 40% menor do que o preço de venda final.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa estrutura é possível tanto para investidores que querem aproveitar oportunidades no setor imobiliário, quanto para pessoas que desejam adquirir um imóvel para uso próprio. Em síntese, o que acontece é uma associação ao projeto ainda em sua fase inicial. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas não estou aqui para defender ou apresentar receitas milagrosas. Obviamente há riscos envolvidos nessa modalidade de aquisição de um ativo imobiliário. A vantagem e o potencial retorno, eu já apresentei. Portanto, agora é importante tratarmos também desses riscos atrelados ao fato de comprar um ativo com um desconto tão relevante. E entender quais os caminhos para mitigá-los.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao compartilhar os ganhos com o desenvolvedor, o investidor ou comprador do empreendimento também passa a estar sujeito a eventos não previstos, como aumento de preços dos materiais de construção e mão de obra, conjuntura política e econômica e principalmente o parceiro desenvolvedor ao qual você vai se associar. Logo, o essencial aqui é apontarmos os pontos mais relevantes a serem analisados para que a decisão de entrar ou não em um projeto nessa modalidade seja tomada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É crucial avaliar cuidadosamente os recursos utilizados pelo desenvolvedor, como gerenciamento dos projetos e obra, controle e auditoria permanente dos custos, a transparência e a regularidade da prestação de contas do empreendimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste contexto, o histórico, a solidez e a competência dos parceiros se tornam elementos centrais para a segurança do investimento. Estar atrelado a desenvolvedores com forte reputação no mercado, que apresentem práticas rigorosas de governança e um modelo de negócios sólido, é o caminho para afastar a maior parte dos riscos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entender a estruturação financeira do projeto também é um fator de extrema relevância nesse contexto. Para avaliar o retorno real dos recursos direcionados para a aquisição de ativos imobiliários nessa modalidade, o tempo é essencial. Portanto, um calendário bem definido de desembolsos é tão relevante quanto a previsão de quando o empreendimento será finalizado, ou seja, de quando o ativo se torna pronto para o uso ou venda.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim, também é relevante considerar uma participação mais ativa no acompanhamento da execução do projeto, o que permite que o investidor esteja sempre atualizado do andamento das obras e tenha previsibilidade. Ter uma visão abrangente do cronograma e das etapas de entrega é fundamental para antecipar possíveis riscos e alinhar expectativas quanto ao retorno.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo em um ambiente macroeconômico desfavorável, o setor imobiliário continua atraente graças à sua solidez e capacidade de adaptação. A combinação de inovação, como este modelo de participação direta, demonstra como o setor tem condições de apresentar alternativas robustas, capaz de se ajustar a diferentes cenários econômicos e gerar valor nas condições mais variadas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/imoveis-fundos-imobiliarios-1.jpg" length="76328" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 22 Nov 2024 13:54:55 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/como-investir-em-imoveis-em-tempos-de-juros-altos</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como estimativas de investimentos em data centers dobraram em apenas seis meses</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/como-estimativas-de-investimentos-em-data-centers-dobraram-em-apenas-seis-meses</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há seis meses, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           usei este espaço
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            para discutir como o setor imobiliário apostava na necessidade de instalação de novos data centers para atender a uma demanda crescente por armazenamento de dados. Agora, é urgente voltarmos a este tema, e a razão é uma aceleração ainda mais intensa das expectativas em relação ao potencial desse mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em abril, as estimativas da Arizton Research apontavam que, até 2030, os investimentos em novos projetos de data centers chegariam a US$ 3,5 bilhões ao ano no Brasil. Hoje, as previsões de investimentos anuais em infraestrutura para data centers saltaram para US$ 6,5 bilhões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Houve um redimensionamento da demanda por parte de grandes players do mercado, como empresas de tecnologia, governos e instituições financeiras, refletindo a urgência em expandir e modernizar essa infraestrutura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empresas que antes acreditavam ter capacidade suficiente para lidar com seus dados encontraram uma realidade muito mais desafiadora. O aumento das atividades digitais, impulsionado por novas tecnologias — de inteligência artificial a veículos autônomos — está mudando as regras do jogo. A interdependência tecnológica exige não apenas capacidade de processamento, mas também uma infraestrutura cada vez mais robusta para suportar volumes que crescem de maneira exponencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A capacidade de armazenamento e processamento de dados não só cresceu, como se tornou mais eficiente. As inovações tecnológicas estão permitindo o armazenamento de quantidades massivas de dados em espaços menores. No entanto, essa maior eficiência vem com um preço: maior consumo de energia. Novos processadores, projetados para lidar com cargas mais complexas de dados, exigem uma quantidade de energia muito superior em comparação aos seus antecessores. Isso coloca a energia como um dos principais limitadores para a expansão dos data centers.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos maiores desafios enfrentados pelos data centers atualmente é a necessidade de adaptação rápida para atender à demanda crescente por energia e resfriamento. Os avanços da inteligência artificial e a maior busca por processamento de dados exigem hardwares cada vez mais potentes, resultando em um aumento expressivo no consumo de energia. Embora seja um conceito técnico, os números são autoexplicativos: antigamente, o consumo médio de energia era de cerca de 5 kW por rack, número que saltou para 30 kW e, em alguns casos, para até 100 kW.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É neste cenário que o Brasil desponta como um dos países mais promissores para se tornar um centro de data centers globais. A razão fundamental para isso é a abundância de fontes de energia renováveis e a infraestrutura já instalada para suportar grandes demandas energéticas. Com uma matriz energética baseada em 55% de hidrelétricas e uma crescente participação de energia solar e eólica, o país é um dos poucos no mundo com capacidade para prover energia para instalações tecnológicas tão complexas como os data centers.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a localização geográfica estratégica coloca o Brasil como um potencial hub de conexão entre América Latina, Estados Unidos e Europa. As novas instalações de cabos submarinos que conectam o norte do país ao restante do mundo reforçam essa vantagem. Ao contrário de regiões mais sujeitas a desastres naturais, como terremotos, o Brasil ainda se beneficia de uma geografia relativamente estável, o que reduz riscos para operações críticas de data centers.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empresas como AWS (Amazon Web Services), Google Cloud, Microsoft Azure e Huawei Cloud continuam a expandir suas operações no Brasil, consolidando São Paulo como o principal espaço de data centers do país. Nomes consolidados no país, como V.tal, Scala, Odata, Equinix e Ascenty, atendem a demandas dessas “big techs”. Outros players, no entanto, também começaram a se destacar no setor. Entre os exemplos, temos a americana CenturyLink, com presença significativa no país, e brasileiras como Globenet, Ciron e Elea, que se sobressaem, seja pela capacidade de atender clientes menores, seja por suas soluções inovadoras e sustentáveis.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Chegou a hora de os investidores também começarem a se beneficiar da pujança do setor de data centers. Nos últimos meses, assistimos ao crescimento do interesse de grandes fundos de investimento, que começaram a ver esses ativos como uma oportunidade sólida e estratégica. Há seis meses, a percepção era de que os fundos imobiliários não estavam focados em data centers, mas esse cenário mudou drasticamente. Hoje, os principais fundos de investimento no país estão competindo intensamente por oportunidades nesse segmento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/post_news.webp" length="97676" type="image/webp" />
      <pubDate>Thu, 26 Sep 2024 14:27:24 GMT</pubDate>
      <author>duda@i3group.com.br (Itrês Stretegic)</author>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/como-estimativas-de-investimentos-em-data-centers-dobraram-em-apenas-seis-meses</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Um segmento do setor imobiliário resiste a crises – e tem resultados acima da média</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/um-segmento-do-setor-imobiliario-resiste-a-crises-e-tem-resultados-acima-da-media</link>
      <description>Há uma demanda crescente por galpões, que têm reportado taxas de vacância bastante reduzidas</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/um-segmento-do-setor-imobiliario-resiste-a-crises-e-tem-resultados-acima-da-media/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo Infomoney.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Autor: Marcelo Hannud CEO e fundador da Aurea Finvest
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há uma demanda crescente por galpões, que têm reportado taxas de vacância bastante reduzidas, ao redor dos 10% – níveis já muito próximos do que consideramos o piso do segmento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora seja afetado pelo cenário macroeconômico de forma substancial, o mercado imobiliário se vale de um grande atributo: a sua diversidade de ativos. No 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/como-o-mercado-imobiliario-deve-se-mover-com-a-reviravolta-nos-juros-globais/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           artigo de julho
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/como-o-mercado-imobiliario-deve-se-mover-com-a-reviravolta-nos-juros-globais/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tratei de como a reviravolta nos juros globais impactaram negativamente o setor. Mas também apontei alguns caminhos descolados da conjuntura predominante, como o segmento de galpões logísticos e centros de armazenagem de produtos.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cabe um aprofundamento do olhar para o setor logístico: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           há uma demanda crescente por galpões, que têm reportado taxas de vacância bastante reduzidas, ao redor dos 10%
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           – níveis já muito próximos do que consideramos o piso do segmento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No primeiro semestre de 2024 – especialmente no segundo trimestre –, o mercado imobiliário logístico registrou um desempenho acima das expectativas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os resultados apareceram em diversos levantamentos divulgados recentemente na imprensa. Segundo a JLL, a absorção bruta quase dobrou, de 848 mil m² nos primeiros três meses do ano para 1,4 milhão em abril, maio e junho. O aquecimento do setor também apareceu em relatório da Cushman &amp;amp; Wakefield (segundo a consultoria, houve 18 transações que somaram R$ 2,3 bilhões).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leia também:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           • Galpões logísticos atingem menor vacância da série histórica em SP, aponta Colliers
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           C
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           rescimento para outras regiões
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Há outros sinais importantes, ainda não apontados nos levantamentos, que reforçam a resiliência e a robustez do segmento logístico. Um deles é o fato de o mercado ter se mostrado forte não apenas nas áreas primárias, mas também nas secundárias (ou seja, a busca não se limita apenas às localizações mais desejadas).
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Explico: para atender à demanda crescente, há um segundo anel em torno dos grandes centros urbanos ganhando espaço. Muitas vezes acabam até se tornando pontos com capacidade de atender dois ou mais mercados, como alguns galpões localizados entre as cidades de São Paulo e Campinas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Mesmo em nível nacional, temos situações semelhantes: grandes projetos em áreas centrais do país, com a capacidade de servir como hub para diversos estados ou regiões
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           . Cito dois locais que saltam aos olhos: o entorno de Brasília, com capacidade de atender o Centro-Oeste, e o entorno de Belo Horizonte, com potencial de atender o Sudeste, o Centro-Oeste e o Nordeste.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           A entrada de inquilinos relevantes em áreas secundárias reflete uma expansão saudável e sustentável, impulsionada pela necessidade contínua de infraestrutura logística. Além da busca para se adequar a um contexto em que o e-commerce dita as distâncias (e o tempo que produtos precisam estar do destino final), a necessidade de uma estrutura sólida e resiliente a intempéries foi um dos grandes aprendizados da pandemia de Covid-19.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/galpoes-logisticos-atingem-menor-vacancia-da-serie-historica-em-sp-aponta-colliers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O setor entendeu a importância de uma base consistente para a manutenção das cadeias de suprimentos – e passou a crescer. Há uma demanda constante por melhor infraestrutura de armazenagem e distribuição, e essa necessidade premente garante, como demonstram os resultados atuais, que o setor permaneça aquecido, com investimentos contínuos em novas construções e modernização das instalações existentes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inovação a reboque
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Investimentos não trazem apenas expansão numérica. Já começamos a ver projetos de inovação e agregação de valor aos equipamentos existentes, principalmente nas áreas primárias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , onde há maior escassez de terrenos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma perspectiva de inovação muito importante para o setor é a de galpões multi-andares. A edificação em localizações de alto valor, próximas aos grandes centros, tem grande capacidade de gerar retornos ainda maiores para alguns empreendimentos. Trata-se de um modelo que já existe fora do Brasil, em países como México, China e Estados Unidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de tudo isso, temos visto os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) andarem de lado (o que já disse considerar um resultado sofrível). Mesmo assim, o investidor pessoa física deve seguir de olho nos FIIs focados na área de logística. Com base no cenário atual, um bom olhar para o portfólio de ativos, para a estratégia e para os movimentos do gestor vão indicar se o fundo está seguindo o fluxo correto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabemos que há muitos fundos bons com preço ainda abaixo do seu valor patrimonial, e é aí onde vamos encontrar as melhores oportunidades
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/bg-setor-galpoes-min.jpg" length="62465" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 20 Aug 2024 13:35:08 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/news/um-segmento-do-setor-imobiliario-resiste-a-crises-e-tem-resultados-acima-da-media</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como o mercado imobiliário deve se mover com a reviravolta nos juros globais</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/como-o-mercado-imobiliario-deve-se-mover-com-a-reviravolta-nos-juros-globais</link>
      <description>Expectativas otimistas do começo de 2024 mudaram significativamente ao longo do 1º semestre, mas arrisco dizer que existem boas oportunidades nos FIIs. Especialmente em shoppings e galpões logísticos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/como-o-mercado-imobiliario-deve-se-mover-com-a-reviravolta-nos-juros-globais/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo Infomoney.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Autor: Marcelo Hannud CEO e fundador da Aurea Finvest
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Expectativas otimistas do começo de 2024 mudaram significativamente ao longo do 1º semestre, mas arrisco dizer que existem boas oportunidades nos FIIs. Especialmente em shoppings e galpões logísticos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No início de 2024, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/mercado-imobiliario-como-encontrar-as-melhores-oportunidades-em-2024/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           trouxe neste espaço expectativas otimistas para o Brasil e especificamente para o setor imobiliário
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Havia, naquele cenário, alguns elementos importantes para o otimismo, que em parte persistem, mas o principal era a expectativa do mercado de que estávamos entrando em um horizonte de queda duradoura da taxa básica de juros. E, neste caso, o panorama mudou significativamente ao longo do primeiro semestre.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O contexto macroeconômico se mostrou mais turbulento do que o esperado. No início do ano, havia a expectativa de um controle mais rígido dos gastos públicos, uma queda nos juros dos Estados Unidos e um governo brasileiro alinhado com o mercado financeiro. Mas o que se viu foi o contrário: declarações controversas e contraditórias do governo, aumento dos gastos públicos e a manutenção dos juros americanos em patamares historicamente altos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado imobiliário, principalmente o de moradia e dos FIIs (fundos imobiliários), é altamente sensível às taxas altas de juros, já que a compra do seu produto acontece majoritariamente: 1. por meio do crédito no caso dos residenciais e 2. visando a renda no caso dos FIIs. Com juros elevados, menos pessoas têm capacidade de adquirir imóveis e os bancos tornam-se mais restritivos e seletivos nas concessão do crédito. O resultado é um número menor de compradores potenciais e a redução no poder aquisitivo de quem permanece ativo no mercado. Ou seja, mesmo quem segue disposto a fazer negócio passa a procurar oportunidades de menor valor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, apesar da descrição desconsoladora do impacto do novo cenário macroeconômico, o setor imobiliário se beneficia de uma característica singular: está presente em todas as atividades econômicas, o que permite que oportunidades surjam razoavelmente descoladas da conjuntura predominante. Vou elencar algumas dessas possibilidades, que é para onde quem tem interesse nesse setor deve olhar nos próximos meses.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a renda fixa permanecendo mais atraente, manter o ritmo de expansão no mercado imobiliário é um desafio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado precisa de financiamento, mas, com juros altos, a classe média, que é o principal motor do setor, está cada vez mais excluída
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A indústria tem buscado maior eficiência no ciclo produtivo, mas essa estratégia já atingiu seu limite. Como alternativa, as incorporadoras têm migrado para o segmento de altíssimo padrão, em que o financiamento não é uma necessidade premente e o investidor tem buscado segmentos que se descolam da conjuntura vigente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto importante a ser olhado ainda são os fundos imobiliários. O desempenho do IFIX (Índice de fundos imobiliários) estável é, na verdade, um resultado que considero sofrível. Logo, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           arrisco dizer que os FIIs já estão com preços descontados diante de uma renda fixa atrativa, com pouco espaço para pioras significativas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Não é uma tarefa simples, mas existem boas oportunidades, especialmente em segmentos como shoppings e galpões logísticos. E, mesmo com o cenário macro desfavorável, há ativos que ainda podem oferecer bons retornos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outro exemplo são os data centers, aposta do mercado imobiliário que vem se consolidando ao longo do ano. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Já tratei desse tema também aqui nesta coluna
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . O Brasil tem condições naturais, geográficas e energéticas favoráveis e é rico no ponto mais sensível que um projeto de data center necessita: a oferta de energia. Além disso, não há nenhum sinal de desaceleração na demanda mundial por espaço para armazenar e processar o crescimento geométrico de dados gerados diariamente.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como último ponto, cito o cenário geopolítico global, marcado pelo desalinhamento ideológico e estratégico entre o Ocidente e países como China e Rússia. Do ponto de vista prático isso pode acelerar um deslocamento dos eixos produtivos globais. Explico: especialmente estados do Norte e do Nordeste brasileiro, que estão mais próximos aos centros de consumo da Europa e dos Estados Unidos, têm potencial para se tornar uma alternativa aos atuais polos de produção de bens de consumo, bens duráveis e bens industriais. O setor imobiliário poderá ser impactado de forma positiva para atender esta nova demanda e reorganização produtiva mundial.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um exemplo de país que já entendeu este cenário e vem se beneficiando é o México – e, mais recentemente, a Argentina. Na América Central vale destacar a quieta Guatemala, que já se tornou o principal centro de distribuição naquela região. Por lá, os resultados já começaram a aparecer no setor imobiliário. Segundo dados levantados pela SiiLA, empresa de inteligência de mercado com foco no mercado latino americano, a taxa de vacância de imóveis nestes países é inferior a 5%. Quando olhamos para logística, essa taxa cai para patamares próximos a 2%.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em tempos de cenário macroeconômico desafiador, as oportunidades estratégicas são as que podem abrir novas perspectivas para o desenvolvimento do setor imobiliário. Vamos torcer para o Brasil não perder esta oportunidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/juros-imobiliarios-min.jpg" length="50839" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 19:54:40 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>FIIs podem ajudar a resolver importante gargalo do agro brasileiro</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/fiis-podem-ajudar-a-resolver-importante-gargalo-do-agro-brasileiro</link>
      <description>FIIs podem ser a solução para o déficit de armazenagem no agronegócio brasileiro, impulsionando investimentos e reduzindo perdas significativas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/um-casamento-inusitado-uniao-entre-agronegocio-e-mercado-imobiliario-pode-gerar-economia-de-bilhoes-no-escoamento-da-safra-brasileira/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo Infomoney.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Autor: Marcelo Hannud CEO e fundador da Aurea Finvest
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma cena se repete nos períodos de pico da safra de grãos no Brasil: filas de caminhões nas entradas dos portos brasileiros encaminham a produção nacional para exportação. Para quem acompanha mais de perto o agronegócio, outra imagem comum pode vir à mente: montanhas de milho ou soja ao lado de silos cheios. Trata-se da conhecida pujança do setor rural brasileiro, comprovada pelos números.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A safra de grãos de 2022/23 chegou a 319,8 milhões de toneladas, segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). E, se o número absoluto já impressiona, o crescimento não fica atrás. O resultado é 38% superior ao da safra 2017/18 – exatos cinco anos de diferença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas as cenas não indicam apenas a fartura e a força do agronegócio nacional. As filas e as montanhas de grãos revelam um gargalo importante do setor: o déficit na capacidade de armazenagem da produção brasileira. A estimativa da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) é de que falta espaço de armazenamento para mais de 120 milhões de toneladas de grãos no país, o que corresponde a nada menos que 37% da produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A falta de infraestrutura adequada de armazenagem leva a prejuízos significativos no agronegócio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estimativas indicam que as perdas anuais chegam a aproximadamente R$ 11 bilhões no milho e R$ 19 bilhões na soja, totalizando cerca de R$ 30 bilhões
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Essas perdas são causadas pela deterioração dos grãos, por problemas de escoamento e pela espera prolongada nos portos, que afetam a qualidade dos produtos. É comum vermos caminhões aguardarem por até sete dias nas filas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso sem contar quanto o produtor rural deixa de ganhar por não ter a opção de escolher o melhor momento para a venda da sua mercadoria. Sem espaço para armazenagem do que acabou de ser colhido, o produtor muitas vezes precisa repassar sua produção não no melhor momento do valor de mercado. Ou seja, está sujeito às intempéries e à arbitragem de preços. Para efeito de exemplo, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o Brasil tem apenas 15% da sua capacidade de armazenagem dentro das fazendas produtoras. Nos Estados Unidos, 65% da produção fica guardada na propriedade de origem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo diante de uma demanda tão alta, o número de novos estabelecimentos de armazenagem ativa no Brasil cresce timidamente. O último dado da Pesquisa de Estoques do IBGE, referente ao primeiro semestre de 2023, identificou 8.684 estabelecimentos ativos no Brasil, o que significava uma alta de apenas 3% em relação ao período anterior. Além disso, o pequeno e médio produtor, que representa 35% da produção no país, não conta com capital ou financiamento viável para a construção dos seus próprios centros de armazenagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A situação deve se agravar ainda mais em 2024 depois da tragédia provocada pelas enchentes no Rio Grande do Sul
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Ainda não há um levantamento dos prejuízos causados à infraestrutura de armazenagem no estado, mas os gaúchos tinham a segunda maior capacidade de guardar grãos no país, perdendo apenas para Mato Grosso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os números demonstram o tamanho do desafio logístico do agro brasileiro, mas revelam também uma oportunidade única para o desenvolvimento de centros de armazenagem como uma estratégia de investimento imobiliário. A demanda crescente por infraestrutura adequada, aliada a incentivos governamentais e avanços tecnológicos, cria um ambiente propício para esse tipo de negócio. É hora de o campo brasileiro incorporar alguns dos conhecimentos tradicionais do setor imobiliário e criar soluções inovadoras e estratégicas que busquem endereçar o gargalo da armazenagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os novos projetos vão exigir adequação às necessidades mais atuais do mercado, como a incorporação de novas tecnologias e práticas sustentáveis, além de um olhar atento à escolha das localizações, ampliando a capilaridade de unidades de armazenagem junto ou próximo aos centros de produção e nos terminais portuários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há espaço também para que os centros de armazenagem ofereçam serviços, como beneficiamento e transporte, aumentando a rentabilidade e atraindo uma gama maior de clientes. Por fim, o setor imobiliário tem a capacidade de desempenhar um papel importante de viabilizador de novas formas de financiamento, inclusive com a aproximação do mercado financeiro em modelos já consagrados de captação, como, por exemplo, o de fundos imobiliários (FIIs).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com interesses alinhados, há um grande potencial para o nascimento de um ciclo virtuoso de crescimento e desenvolvimento para todos os lados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/FIIs+podem+ajudar+a+resolver+importante+gargalo+do+agro+brasileiro-min.jpg" length="132435" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 19 Jun 2024 15:16:12 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/news/fiis-podem-ajudar-a-resolver-importante-gargalo-do-agro-brasileiro</guid>
      <g-custom:tags type="string">Infomoney</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/FIIs+podem+ajudar+a+resolver+importante+gargalo+do+agro+brasileiro-min.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/FIIs+podem+ajudar+a+resolver+importante+gargalo+do+agro+brasileiro-min.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Quando o entretenimento e o lazer encontram o investidor imobiliário</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/quando-o-entretenimento-e-o-lazer-encontram-o-investidor-imobiliario</link>
      <description>Mercado brasileiro tem enorme potencial para seguir pares estrangeiros e abrir as portas para investidores, como os de FIIs, desfrutarem dos retornos da grande indústria do entretenimento</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/quando-o-entretenimento-e-o-lazer-encontram-o-investidor-imobiliario/"&gt;&#xD;
      
           Artigo Infomoney.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/quando-o-entretenimento-e-o-lazer-encontram-o-investidor-imobiliario/"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Autor: Marcelo Hannud CEO e fundador da Aurea Finvest
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mercado brasileiro tem enorme potencial para seguir pares estrangeiros e abrir as portas para investidores, como os de FIIs, desfrutarem dos retornos da grande indústria do entretenimento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No passado, as pistas de karts dominavam o interesse da garotada (e também de seus pais). As arenas de paintball também tiveram seu auge nos anos 1990 e 2000. Mais recentemente, o chamado “Escape game” teve seus dias de glória (e ainda vive parte deles), reunindo jogadores em busca de pistas para desvendar enigmas e vencer desafios.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os anos passam e o foco muda de tempos em tempos, mas é certo que o brasileiro está sempre em busca de um novo tipo de diversão para chamar de seu.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em grandes cidades como São Paulo, moradores endinheirados historicamente recorreram a clubes como Pinheiros, Paineiras, Harmonia, Hebraica e outros para desfrutar do lazer, um respiro em meio ao caos urbano. Esse desejo não mudou, mas é certo que esses espaços já estão cheios e também não dão mais conta de atender às novas demandas de experiências sociais, o que tem despertado o potencial de novos tipos de empreendimentos com foco no lazer.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa demanda ficou ainda mais expressiva depois da pandemia, com mais famílias interessadas em ter uma segunda casa fora das grandes capitais ou mesmo de olho em atrações diferenciadas a poucos quilômetros de seus lares.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para os amantes de surf, a JHSF
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/cotacoes/b3/acao/jhsf-jhsf3/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           JHSF3
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           )
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tem seu projeto São Paulo Surf Club, na região do Real Parque, enquanto a KSM Realty, a Realty Properties e o BTG Pactual
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/cotacoes/b3/acao/btgp-banco-bpac11/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           BPAC11
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           )
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            estão à frente do Beyond The Club, um clube contemporâneo localizado ao lado da ponte Transamérica.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda na capital paulista, arenas como o Allianz Parque têm se superado na diversidade, na inovação e no tamanho dos eventos promovidos. Para as crianças, há uma proliferação de parques de trampolins e até o novo e esperado parque de diversões Animália Park, em Cotia.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para além da pandemia, existe outra razão que explica a demanda por novos espaços de entretenimento mais próximos das capitais: a financeira. Para ter uma casa nos badalados condomínios fora de São Paulo, a principal referência dessa tendência, é necessário desembolsar algumas dezenas de milhões de reais, o que restringe bastante a parcela relevante do público interessado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também é incerto o tempo necessário de deslocamento, considerando a infraestrutura de acesso às praias e aos campos, o que contribui para a decisão de ter grandes atrações de lazer onde se mora, prezando pela comodidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, as oportunidades estão cada vez maiores para os investidores. Essa tendência do entretenimento tem ajudado a ressignificar regiões até então industriais, com seus antigos galpões dirigidos para novas finalidades, e até mesmo edifícios em regiões residenciais, que hoje estão podendo se transformar em clubes de gamers — como ocorreu na avenida Angélica, em São Paulo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A concessão à iniciativa privada de espaços públicos, como os parques Ibirapuera e Villa-Lobos, do Zoológico e do Jardim Botânico de São Paulo, também tem fomentado a expansão desses locais, que passam a ter novas fontes de entretenimento e negócios.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os próprios condomínios de luxo, que estavam em baixa, têm conseguido promover uma reviravolta com esses investimentos. É o caso da Fazenda da Grama, em Itupeva, ao decidir investir em sua piscina de ondas, já impulsionada também pela demanda atípica gerada em meio à pandemia, o que possibilitou a multiplicação do valor do metro quadrado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há poucos players hoje capazes de realizar o desenvolvimento de bons projetos, que vão desde investimentos menores, como os parques de trampolim, até os maiores, como as piscinas de ondas. Por isso, é de se imaginar que, com esses empreendimentos se consolidando e tendo um histórico comprovado, eles poderão fazer parte de fundos imobiliários voltados justamente para explorar novas verticais, sejam ou de desenvolvimento ou com foco na geração de renda.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com isso, o acesso, hoje ainda restrito a grupos de investimentos tradicionalmente familiarizados com a área de lazer e entretenimento, tende a se expandir.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empreendimentos com foco em entretenimento passam, de tempos em tempos, por novos ciclos. Investidores estão sempre atentos às novidades, o que exige que esse mercado passe continuamente por reciclagens de foco e aprimoramentos tecnológicos para manter o interesse das pessoas aquecido.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tão importante quanto, os fundos imobiliários têm tido padrões de governança cada vez mais elevados, o que contribui para que essas iniciativas se perpetuem por um período maior de tempo. Basta ver os parques de diversão nos Estados Unidos para entender como uma gestão profissional faz a diferença a longo prazo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tudo leva a crer que o mercado brasileiro tem um enorme potencial para seguir seus pares estrangeiros e abrir as portas para novos investidores desfrutarem dos retornos da grande indústria do entretenimento, sejam eles financeiros ou pessoais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/infomoney-investidor-imobiliario.webp" length="71834" type="image/webp" />
      <pubDate>Thu, 16 May 2024 19:04:36 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Por que os data centers são a nova aposta do mercado imobiliário</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario</link>
      <description>Os principais players do mercado estão respondendo com agilidade para atender à demanda, que ficou por muitos anos subestimada</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo Infomoney.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Autor: Marcelo Hannud CEO e fundador da Aurea Finvest
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais players do mercado estão respondendo com agilidade para atender à demanda, que ficou por muitos anos subestimada.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Custo, facilidade, segurança. Eis as principais razões apontadas por grandes empresas para justificar seus investimentos em serviços de nuvem, próprios ou de terceiros.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Amazon Web Services (AWS), por exemplo, anunciou um acordo em torno de US$ 650 milhões com a americana Talen Energy para comprar um campus de data center alimentado por uma usina nuclear.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/business/tivit-investe-r-300-milhoes-no-aprimoramento-da-sua-nuvem-privada/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Tivit
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           anunciou investimentos de R$ 300 milhões em sua nuvem privada para 2024, destacando que o montante seria distribuído principalmente entre incrementos na infraestrutura dos data centers, no desenvolvimento de software e em pessoal.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E o Magazine Luiza causou barulho no mercado ao lançar a primeira nuvem pública brasileira, a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/business/magalu-lanca-servico-de-nuvem-mais-acessivel-de-olho-em-pmes/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Magalu Cloud
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e acrescentar um ingrediente à lista de destaques ao oferecer seu próprio serviço: soberania nacional.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estamos testemunhando um crescimento sem precedentes dos serviços em nuvem. Com os avanços no processamento de dados e o contínuo progresso das telecomunicações, especialmente com a implantação do 5G, vemos agora a concretização de soluções há pouco tempo imaginadas somente em filmes de ficção científica.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aplicações como Machine Learning, Inteligência Artificial, Blockchain, Smart Cities &amp;amp; Grid e Gamers estão pavimentando o caminho para uma era completamente nova: a era dos dados.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tudo o que experimentamos ou conhecemos na tela de um celular, por exemplo, vem de dados processados, armazenados, tratados e distribuídos a partir de um data center. A estimativa é que a quantidade de dados existentes no mundo ultrapasse 600 trilhões de gigabytes até 2030.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para atender a números hiperbólicos, há a necessidade de infraestrutura de mesma dimensão. De olho em investimentos que devem chegar à casa dos US$ 3,5 bilhões por ano no Brasil até 2030, como apontam estudos da Arizton Research, o mercado imobiliário brasileiro assiste a uma corrida por espaços preparados para abrigar data centers.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aqui, estamos falando de ativos imobiliários com características bastante específicas, como alta disponibilidade de energia ou necessidade de diversos mecanismos redundantes de non-stop, impedindo que haja qualquer interrupção em seu funcionamento. E sem perder de vista a segurança, a velocidade e a conexão, imprescindíveis nesse mercado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As chamadas “big techs”, como Amazon, Google e Microsoft, lideram a demanda, mas não estão sozinhas nessa corrida. Desde sistemas de controle logístico em restaurantes até complexos sistemas de automação em montadoras de veículos para gerenciar seus parques de robôs, praticamente qualquer aplicação depende de serviços de datacenter.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, os principais players do mercado estão respondendo com agilidade para atender à demanda, que ficou por muitos anos subestimada e se tornou crucial após a pandemia. Empresas como Scala, Odata, Equinix e Ascenty, que têm presença consolidada no Brasil há anos, estão continuamente investindo para acompanhar o crescimento do setor. E novos participantes têm chegado e intensificado a competição.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem tem os melhores ativos disponíveis? Onde estão localizados os principais data centers do Brasil? E quais companhias estão preparadas de fato para fazer a gestão desses espaços, que precisam combinar características tão específicas? É nas respostas para essas perguntas que estão as principais oportunidades do mercado de cifras exponenciais dos data centers.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/ifomoney-data-center.webp" length="77488" type="image/webp" />
      <pubDate>Thu, 16 May 2024 18:57:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/news/por-que-os-data-centers-sao-a-nova-aposta-do-mercado-imobiliario</guid>
      <g-custom:tags type="string">Infomoney</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A regra do PPQ e como usá-la a seu favor na hora de analisar ativos imobiliários</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/a-regra-do-ppq-e-como-usa-la-a-seu-favor-na-hora-de-analisar-ativos-imobiliarios</link>
      <description>Algumas indicações devem guiar aqueles que estão avaliando uma oportunidade para saber se de fato ela vale a pena</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/a-regra-do-ppq-e-como-usa-la-a-seu-favor-na-hora-de-analisar-ativos-imobiliarios/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo Infomoney.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/a-regra-do-ppq-e-como-usa-la-a-seu-favor-na-hora-de-analisar-ativos-imobiliarios/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Autor: Marcelo Hannud CEO e fundador da Aurea Finvest
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas indicações devem guiar aqueles que estão avaliando uma oportunidade para saber se de fato ela vale a pena.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/imoveis-valorizaram-ate-40-acima-da-inflacao-nos-ultimos-5-anos-em-algumas-cidades-veja-em-quais/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           “Imóveis valorizaram até 40% acima da inflação nos últimos 5 anos em algumas cidades.”
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/consumo/vendas-de-imoveis-em-sao-paulo-subiram-10-em-2023-aponta-secovi" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           “Vendas de imóveis em São Paulo subiram 10% em 2023, aponta Secovi.”
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/preco-de-casas-em-condominios-no-entorno-de-sp-tem-valorizacao-de-40/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           “Preço de casas em condomínios no entorno de SP tem valorização de 40%.”
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em meio a uma cultura enraizada na alocação de boa parte do patrimônio em imóveis, o brasileiro tem se deparado com um cenário de mercado apontando para vendas crescentes e preços em alta, como mostram as matérias mencionadas acima, publicadas no 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           InfoMoney.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesses momentos, é natural que até o investidor mais otimista se questione: a hora para aproveitar as melhores oportunidades já passou ou ainda dá tempo de encontrar ativos atrativos no mercado brasileiro? Vale aproveitar o mercado aquecido e vender? Existe uma “fórmula mágica” para tomar uma decisão imobiliária?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seria muito conveniente e simplista afirmar que há um cálculo ideal para assumir decisões quando se trata de investimentos imobiliários, com ativos diversos que variam desde os bens físicos aos financeiros, como fundos imobiliários e títulos de renda fixa como LCIs e CRIs.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas é fato que há, sim, algumas indicações que devem guiar aqueles que estão avaliando uma oportunidade para saber se de fato ela vale a pena. Para quem não conhece, seja bem-vindo à famosa sigla “PPQ”, que responde por “ponto, preço e qualidade”.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses são os três elementos fundamentais na análise de uma oportunidade. Se você encontrar um imóvel que atenda a esses três critérios, isto é, com uma boa localização, um preço atrativo para a região e um ativo com qualidade de construção, é possível considerar uma indicação bastante favorável para obter valorização na venda futura e/ou uma renda periódica satisfatória.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É claro que nem sempre os três elementos estarão presentes numa oportunidade ou com condições acessíveis a um investidor, que deve estar atento ao tipo de ativo para saber se o mesmo se encaixa em seu perfil. Imóveis em desenvolvimento a preço de custo, por exemplo, podem ser uma via de acesso ao investidor disposto a alocar valores menores, seja em um imóvel ou em uma fração dele.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como ainda estamos vivendo um momento de juro alto, com a Selic no patamar de 11,25% ao ano, o recado é claro: é preciso analisar cautelosamente as ofertas do mercado. O quadro atual é muito mais uma questão oportunística do que de conjuntura positiva como um todo. O mercado imobiliário ainda está disputando o interesse do investidor com a renda fixa, portanto cabe buscar as distorções de preços dos ativos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pensando em renda, é importante procurar oportunidades que garantam um rendimento equivalente a no mínimo 0,50% do valor do imóvel ao mês. Considere essa taxa como uma régua, um bom parâmetro para sua decisão.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao olhar para a oportunidade de venda, é fundamental analisar se o imóvel já atingiu um preço de maturidade, analisando se já há estabilização do valor do ativo e se ele já chegou ao limite de geração de renda mensal. Quando o rendimento chega a cerca de 0,80% ao mês, pode ser um sinal de que o ativo chegou ao topo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fato é que os imóveis são ativos “vivos” e é preciso acompanhar sua vida, estar dentro do ecossistema no qual estão inseridos e buscar sempre uma atualização da renda e do próprio valor potencial do imóvel, mantendo-o atualizado para avaliar se é hora de comprar, vender ou simplesmente desfrutar dos rendimentos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que o investidor não pode fazer é esperar parado, seja com juros altos, baixos, inflação pressionando ou oportunidades mais escassas. Para quem estiver em alerta, sempre haverá bons ativos no mercado imobiliário brasileiro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/ativos-imobiliarios.jpg" length="106671" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 16 May 2024 18:45:57 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Perda de espaço da poupança no financiamento imobiliário pode ajudar mercado brasileiro</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/perda-de-espaco-da-poupanca-no-financiamento-imobiliario-pode-ajudar-mercado-brasileiro</link>
      <description>Ao observarmos modelos consolidados em países como os EUA, podemos vislumbrar o potencial de uma integração mais estreita entre o mercado financeiro e o setor imobiliário brasileiro</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/perda-de-espaco-da-poupanca-no-financiamento-imobiliario-pode-ajudar-mercado-brasileiro/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo Infomoney.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infomoney.com.br/colunistas/marcelo-hannud/perda-de-espaco-da-poupanca-no-financiamento-imobiliario-pode-ajudar-mercado-brasileiro/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Autor: Marcelo Hannud CEO e fundador da Aurea Finvest
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao observarmos modelos consolidados em países como os EUA, podemos vislumbrar o potencial de uma integração mais estreita entre o mercado financeiro e o setor imobiliário brasileiro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O cenário do financiamento imobiliário no Brasil passa por um momento de transformação profunda, impulsionado por mudanças nas fontes de captação de recursos e nas possibilidades geradas por novas tendências de investimentos no país.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tradicional caderneta de poupança vem perdendo terreno como principal fornecedora de capital para o setor, com a redução nos depósitos e o aumento dos saques sinalizando um declínio ainda maior dessa modalidade de investimento. Em 2023, os brasileiros retiraram cerca de R$ 88 bilhões da poupança.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) demonstram como instrumentos de financiamento privado têm ocupado o espaço deixado pela poupança no funding do setor.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2021, a poupança era responsável por 46% do funding imobiliário, mas encerrou 2023 com uma participação de 34%. Já os instrumentos de financiamento privado, como certificados de recebíveis imobiliários (CRI), fundos imobiliários (FII), letras de crédito imobiliário (LCI) e letras imobiliárias garantidas (LGI), aumentaram a participação de 27%, em 2021, para 40%, em 2023.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A migração para o mercado de capitais surge como um caminho inevitável – além de ser uma evolução saudável. Em primeiro lugar, porque ao usarmos a poupança, que ainda é o principal destino dos recursos da maior parte da população, temos o dinheiro dos mais pobres custeando os grandes projetos imobiliários.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O segundo sinal de que a transformação no cenário de financiamento segue um caminho de maturidade é a necessidade de o setor imobiliário se adequar às exigências impostas pelos players do mercado de capitais. Como a indústria financeira tem entre suas principais características ser extremamente regulada e contar com profissionais com alta capacidade de análise, caberá aos desenvolvedores imobiliários estruturarem projetos com padrões cada vez mais elevados de governança e solidez no modelo de negócio.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É essencial que o mercado imobiliário promova credibilidade e transparência para atrair os investidores. Os desenvolvedores imobiliários com estruturas mais robustas vão desempenhar um papel vital nesse processo, fornecendo oportunidades de investimento estruturadas e bem embasadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como consequência, investidores de diferentes tamanhos passarão a ter capacidade de participar desse mercado, democratizando o acesso ao setor. Os atuais instrumentos oferecidos pela indústria de capitais, como os CRIs e as LCIs, já cumprem esse papel. E iniciativas de simplificação e transparência de regulamentações têm a capacidade de fomentar ainda mais alternativas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi o que aconteceu recentemente com a resolução nº 5.118, de 1 de fevereiro de 2024, do Conselho Monetário Nacional (CMN), que proíbe emissões desses títulos com lastro em títulos de dívida emitidos por companhias de capital aberto não relacionadas ao setor imobiliário. Se por um lado há a possibilidade de reduzir a oferta desse tipo de título, por outro, favorece a captação por empresas que realmente são do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao observarmos modelos consolidados em países como os Estados Unidos, podemos vislumbrar o potencial de uma integração mais estreita entre o mercado financeiro e o setor imobiliário brasileiro. O desenvolvimento de novos projetos e empreendimentos nos Estados Unidos já é feito com a modelagem necessária para acessar os recursos provenientes do mercado de capitais. Como consequência, é um setor bem mais resiliente a oscilações econômicas que os demais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O futuro do nosso setor está intrinsecamente ligado ao mercado de capitais. Com uma abordagem transparente, regulamentada e acessível, esse modelo pode impulsionar o desenvolvimento imobiliário, beneficiar investidores, players do mercado e consumidores. É urgente olharmos para essa agenda e ajustar o ambiente para que a transição tenha como desfecho o melhor aproveitamento do novo cenário, marcado por múltiplas fontes de recursos, mais acessível para o setor imobiliário e com oportunidades para investidores de qualquer tamanho.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/artigo-infomoney-imobiliarios.jpg" length="127964" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 16 May 2024 18:32:40 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/news/perda-de-espaco-da-poupanca-no-financiamento-imobiliario-pode-ajudar-mercado-brasileiro</guid>
      <g-custom:tags type="string">Infomoney</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Loteamento industrial Eco238 fechou já três novos contratos no primeiro mês de 2024</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/loteamento-industrial-eco238-novos-contratos-2024</link>
      <description>Loteamento industrial Eco238 fechou já três novos contratos no primeiro mês de 2024 e aposta em empresas italianas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Loteamento industrial Eco 238 fechou já três novos contratos no primeiro mês de 2024; nove empresas já escolheram o complexo que se consolida na cidade de Sete Lagoas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ano já começou com tudo para o loteamento industrial Eco238, localizado em Sete Lagoas. Logo em janeiro, fecharam três contratos com novas empresas que decidiram se instalar no complexo. Entre elas estão a Railoc, Sete Lagos Transportes e Santa Helena Galpões que adquiriram terrenos variando entre 20 mil a 25 mil metros quadrados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A chegada das novas empresas mostra que o complexo tem se caracterizado com uma vocação para o setor logístico, uma vez que já abriga empresas do setor e de galpões de armazenamento. Entretanto, o espaço também abriga indústrias de outras áreas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras três empresas também têm início de obras previstas para 2024: Greencar, Vimaster e MMW&amp;amp;A. A Medcom completa o grupo de empresas que já adquiriram terrenos no loteamento industrial. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com essas adições, agora são nove as empresas no Eco238. A área total do lugar é de 4,4 milhões de metros quadrados com valor geral de vendas (VGV) em cerca de R$ 120 milhões. Esse é um projeto da Aurea Finvest, uma empresa que atua no desenvolvimento imobiliário em diversas partes do Brasil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dos 600 mil metros quadrados disponíveis na primeira fase do loteamento, já foram comercializados cerca de 60% e ainda restam 270 mil metros quadrados para venda. A única empresa em operação atualmente é a italiana Ompi, uma indústria de embalagens farmacêuticas. Em maio, espera-se concluir a instalação da HLM Nutrição Animal, proporcionando cerca de 200 novos empregos diretos para a região. Essas informações são do diretor de desenvolvimento e sócio da Aurea Finvest, André Pompeu.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pompeu destaca que o próprio projeto de desenvolvimento imobiliário tem criado novas perspectivas de negócio. Ele cita a Railoc, empresa especializada na locação de equipamentos para construção civil, com um extenso catálogo de produtos. Observando o potencial crescimento daquela região devido a vários projetos de construção previstos, a Railoc também garantiu sua participação", explica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo as previsões do diretor, as nove empresas instaladas naquele local devem criar aproximadamente 1.500 vagas de emprego diretas nos próximos três anos naquela região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empresas italianas são apostas para 2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No ano passado, em setembro, os líderes da Aurea Finvest desenvolveram uma apresentação do loteamento industrial para investidores de cidades italianas como Milão, Turim, Pádua e Roma. A companhia fazia parte da equipe oficialmente aliada ao governador Romeu Zema (Novo), que viajou até a Itália, com o objetivo de atrair investimentos e reforçar parcerias comerciais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estamos contando os dias para começar a ver os resultados deste esforço ainda este ano. “Acreditamos que os benefícios dessa viagem cheguem ao longo deste ano, principalmente em relação à rede de fornecedores da Iveco. Há uma expectativa de que ela (Iveco) está planejando trazer esses fornecedores para Sete Lagoas”, destaca o atual diretor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As negociações seguem em ritmo constante. “Estamos avançando nas discussões com a Iveco e a Investminas para fornecer todo o auxílio necessário para a chegada e estabelecimento dessas empresas. Nosso papel vai além de apenas vender o terreno”, ele acrescenta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O detalhe interessante é que o loteamento industrial está situado próximo as instalações da fabricante italiana de automóveis pesados, e da Ambev. Essa proximidade pode proporcionar um ponto a favor, atraindo os fornecedores das duas companhias. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estamos explorando diversas frentes de união para gerar oportunidades a médio e longo prazo, não apenas com os italianos, mas com diversos outros setores e potenciais interessados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cidade possui ponto estratégico e vantagens competitivas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           André Pompeu, o diretor e sócio da Aurea Finvest, destacou a cidade de Sete Lagoas, a uma distância de 80 quilômetros de Belo Horizonte, como um epicentro industrial crucial do estado. Ele apresentou vários benefícios do Eco 238: "A topografia é bastante plana, reduzindo a necessidade de supressão vegetal. Além disso, oferecemos flexibilidade em relação ao tamanho do terreno e também recebemos um grande apoio do município", afirmou. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pompeu revela que o empreendimento tem recebido um suporte muito grande dos órgãos municipais, comprometidos em impulsionar a instalação das empresas. "A rapidez na aprovação dos projetos, impulsionada pela adesão do município ao decreto de liberdade econômica, proporcionou uma agilização muito significativa. Em menos de um ano, a HLM (Nutrição Animal) adquiriu o terreno, realizou as obras e está prestes a iniciar suas operações", ele destacou. Segundo Pompeu, a agilização é crucial para o setor industrial. "Nestas empresas, a primeira questão que surge e que eles querem responder é quando começarão a funcionar. Portanto, o suporte municipal é de grande valia", ele concluiu.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/eco238+-+Mat%C3%A9ria+Di%C3%A1rio+do+Com%C3%A9rcio.jpg" length="205351" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 14 Feb 2024 13:47:39 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Aurea Finvest lança plataforma própria de desenvolvimento imobiliário: Aurea Digital</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/lancamento-aurea-digital</link>
      <description>Aurea Finvest lança plataforma própria de desenvolvimento imobiliário. Saiba os detalhes da Aurea Digital.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Aurea Finvest lança a plataforma própria de desenvolvimento imobiliário, chamada
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.aureadigital.com.br" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Aurea Digital
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Com inicialmente o propósito de impulsionar todas as verticais de atuação da Aurea Finvest ao ajudar os proprietários a perceberem o verdadeiro valor e potencial de seus imóveis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A plataforma vem para fornecer informações analíticas que permitam os proprietários ou vendedores entenderem o mercado, o momento atual do seu imóvel, descobrir as suas vocações e aptidões e principalmente conectá-los com os compradores corretos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A necessidade dessa análise fica bastante evidente quando uma empresa ou família pensa em vender um imóvel, seja um terreno, prédio, ou galpão. Sem a correta percepção do valor, o negócio pode levar mais tempo para ser concluído e o proprietário pode estipular um valor incorreto. A Aurea Digital aparece para preencher essa lacuna e facilitar esse processo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ilustrar a lacuna que a plataforma preenche, um dos fundadores da Aurea Digital, Pedro da Costa Lima, conta que muitas pessoas não sabem o melhor uso, a melhor vocação para os seus imóveis. Existe uma máxima presente no mercado imobiliário que diz que: “terreno vale o que ele produz” e a Aurea Digital ajuda justamente a ilustrar o que cada terreno da cidade de São Paulo pode produzir.  Outro ponto que Lima destaca é o fato do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://minutoimobi.com.br/2024-o-ano-para-investir-em-imoveis-em-sao-paulo-guia-completo/" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           setor imobiliário ser o terceiro setor menos digitalizado (a frente apenas da pesca e da caça, segundo a consultoria Mckinsey), apesar de ser responsável por 10% do PIB do país. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A inteligência da Aurea Digital coleta dados do imóvel e região, como o tipo de zonamento, disponibilidade de imóveis, preço por metro quadrado, infraestruturas públicas em um raio de dois quilômetros, as principais atividades exercidas naquela região e os desenvolvimentos em curso. Com o uso de inteligência artificial, os dados são usados para fornecer em menos de 24 horas um direcional imobiliário sobre o melhor uso para o imóvel. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa análise inicial é totalmente gratuita, e se o cliente desejar informações mais específicas, como a estrutura financeira apropriada para a operação, ou a emissão de laudos ou outros documentos, isso pode ser fornecido por algum custo adicional. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os imóveis analisados ficam disponíveis em um banco de dados acessível para uma rede de investidores e incorporadoras trazendo liquidez aos proprietários. Lima define isso como uma forma de "destravar valor, descobrir negócios potenciais e facilitar a operação". 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="https://www.aureadigital.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/Imagem1.jpg" alt="cta-aurea-digital"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um exemplo prático do uso da plataforma é a análise de imóveis ocupados por agências bancárias. Uma instituição financeira cadastrou todas as suas agências para definir a melhor estratégia em relação aos imóveis, levando em conta a tendência atual de redução no número de agências físicas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, a plataforma atende toda a cidade de São Paulo, que representa 25% do mercado imobiliário do Brasil. Planos futuros incluem a expansão para outras cidades como Campinas e Alphaville. Essa decisão leva em conta a organização e disponibilidade dos dados fornecidos pelas prefeituras, que são fundamentais para a análise dos imóveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Como a Aurea Digital está revolucionando a indústria imobiliária? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao oferecer uma plataforma central onde todas as informações imobiliárias podem ser facilmente acessadas e analisadas, a Aurea Digital está trazendo uma nova onda de eficiência para a indústria imobiliária. Elimina-se o trabalho manual pesado dos processos imobiliários tradicionais e substitui-se por uma abordagem digital mais lógica e intuitiva.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/aurea+digital-6dc2d34e.jpg" length="261400" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 07 Dec 2023 13:28:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/news/lancamento-aurea-digital</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/aurea+digital-6dc2d34e.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Setor imobiliário deve assumir sua responsabilidade no combate às mudanças climáticas</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/setor-imobiliario-deve-assumir-sua-responsabilidade-no-combate-as-mudancas-climaticas</link>
      <description>Entenda os motivos que fazem o setor imobiliário assumir sua responsabilidade no combate às mudanças climáticas e como isso será uma oportunidade.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A transição para modelos com baixas emissões de gases de efeito estufa é também uma oportunidade para construtores e gestores imobiliários.
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      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O processo de construção de empreendimentos imobiliários, somado à manutenção e à operação dos imóveis já existentes, é responsável por mais de 40% das emissões de CO2 lançadas na atmosfera anualmente. Esse dado destaca a urgência de os atores do setor imobiliário encararem a realidade e assumirem seu papel no combate ao aquecimento global. Enfrentar as mudanças climáticas é uma responsabilidade de todos e tem consequências diretas para o setor, que enfrenta perdas causadas por fenômenos naturais, como grandes enchentes ou ondas de calor, com impacto direto no consumo de energia.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, como todo grande desafio, a necessária transição para modelos com baixas emissões de gases de efeito estufa é também uma oportunidade para os construtores e gestores imobiliários. Aqueles que liderarem essa mudança sairão na frente na corrida por uma nova forma de atuação na cadeia de desenvolvimento imobiliário e definirão as mudanças a serem implementadas.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A humanidade está testemunhando a maior expansão de área construída da história. De acordo com um estudo da Agência Internacional de Energia que traçou um cenário das emissões do setor imobiliário, entre 2020 e 2060, o total de área construída no mundo deve dobrar, atingindo 241 bilhões de metros quadrados. Isso equivale a uma cidade do tamanho de Nova York sendo construída a cada mês.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse crescimento vem acompanhado de um compromisso e uma pressão cada vez maiores para alcançar a neutralidade de carbono, o que só será possível por meio de modelos inovadores de atuação e novas tecnologias. Seja por meio de regulamentações governamentais, pressão de investidores ou demanda do mercado consumidor, os imóveis passarão a ter novos elementos definidores na sua precificação.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse cenário impõe, por exemplo, um grande peso na eficiência energética de um imóvel, seja ele residencial ou corporativo, no momento da escolha para ocupação. O custo da energia tende a se correlacionar cada vez mais com o custo do carbono, tornando-a mais cara à medida que promove mais emissões. O acesso a alternativas energéticas limpas e eficientes exigirá investimentos dos atuais proprietários para readequações e fortalecerá fornecedores alinhados com as expectativas de um setor comprometido com um mundo neutro em carbono.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O boom na construção não se limitará ao aumento do número de novos imóveis e infraestrutura ao redor do planeta. Há uma crescente necessidade de adequar ativos imobiliários antigos para que não percam competitividade na transição para uma economia de baixo carbono. Fornecedores com a capacidade de reutilizar materiais em projetos de renovação ou oferecer matéria-prima produzida a partir de processos mais limpos de manufatura ganharão cada vez mais relevância no mercado.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora de forma mais discreta do que em setores como o de energias renováveis, atores que têm um impacto positivo no clima na cadeia imobiliária começam a mostrar seu propósito e sinalizam como serão as construções no futuro. Desde o ano passado, devido ao braço de venture capital da Aurea Finvest, que criou um fundo para investir em startups que buscam soluções sustentáveis para o setor, temos tido contato com diversos atores dessa corrida. Há empreendedores ao redor do mundo que estão atentos às necessidades de descarbonização do desenvolvimento e gestão imobiliária.
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  &lt;p&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi assim que chegamos a empresas como a Kiterio, nos Estados Unidos, que desenvolveu uma plataforma com a capacidade de integrar dados e facilitar o monitoramento de edifícios, permitindo, por exemplo, uma redução de 10% a 30% nos custos de energia e manutenção predial. Ou a também americana Beagle Services, que instala dispositivos inteligentes nas tubulações para detectar vazamentos e reduzir o desperdício de água. São serviços que, além de melhorar a pegada de carbono de cada empreendimento, se tornarão indispensáveis na administração de imóveis devido aos benefícios financeiros que oferecem.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A busca do setor imobiliário para se adaptar às atuais necessidades climáticas do planeta tem ganhado força não apenas em fóruns setoriais, mas também em debates mais amplos na sociedade. No Brasil, foi realizada no mês de outubro de 2023, no Museu do Amanhã, a primeira Conferência de Mudanças Climáticas e Descarbonização do Setor Imobiliário, promovida pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e pela Aurea Finvest.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fora do país, a COP28, que ocorrerá entre 30 de novembro e 12 de dezembro, é uma oportunidade para incluir o setor imobiliário no debate sobre o aquecimento global. O local do evento é ideal, já que a Conferência das Partes sobre o clima será realizada em Dubai, nos Emirados Árabes. Em cinquenta anos, a cidade deixou de ser uma vila para se tornar uma grande metrópole no meio do deserto e agora terá que enfrentar questionamentos sobre como tornar suas construções grandiosas mais sustentáveis.
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a Aurea Finvest
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
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    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A Aurea Finvest é resultado da fusão de duas empresas líderes em seus segmentos de atuação. A Finvest, com mais de 30 anos de histórico na formatação e desenvolvimento de empresas inovadoras no mercado financeiro imobiliário, e a Aurea, com 35 anos de história no desenvolvimento imobiliário de produtos residenciais, comerciais e logísticos. 
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      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A companhia reformula o processo de desenvolvimento imobiliário no Brasil por meio de uma plataforma completa e integrada de desenvolvimento e investimento imobiliário. Atua desde a originação ativa de oportunidades exclusivas, passando pela expertise na definição de produtos imobiliários, estruturação e captação financeira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/fa73a21e/dms3rep/multi/combate+as+mudan%C3%A7as+climaticas.jpg" length="250326" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 01 Nov 2023 11:56:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.aureafinvest.com.br/news/setor-imobiliario-deve-assumir-sua-responsabilidade-no-combate-as-mudancas-climaticas</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Aurea Homes - Conceito de Incorporação Boutique</title>
      <link>https://www.aureafinvest.com.br/news/aurea-homes-conceito-boutique</link>
      <description>Entenda por que a Aurea Homes pretende ser uma referência deste produto imobiliário que passou a ganhar mais destaque nos principais bairros de São Paulo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Aurea Finvest, plataforma completa e integrada de desenvolvimento e investimento imobiliário, apresenta a sua nova iniciativa de atender uma demanda exclusiva e crescente do mercado residencial de alto padrão em São Paulo. A iniciativa será viabilizada pela Aurea Homes, vertical da Aurea Finvest que desenvolve incorporação residencial premium nas localizações mais desejadas da capital paulista.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conceito Residencial Boutique ganha força no mercado e Aurea Homes é estruturada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recém mudança de perfil das incorporadoras em função da valorização dos espaços pós-pandemia fez com que o conceito boutique ganhasse mais força no mercado. São empreendimentos de alto padrão, com arquitetura contemporânea e customizada, voltados para um público que prioriza um estilo de vida mais reservado. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A proposta é trazer para os pequenos terrenos, dos quais não permitem um grau elevado de verticalização, de bairros como Jardins e Itaim Bibi, empreendimentos boutique com arquitetura com alto teor de exclusividade, automação na segurança e manutenção predial. São produtos destinados a investidores qualificados, family offices e multi-family offices habituados a investir no mercado imobiliário. “Traremos artesanato de alto padrão para locais que fogem do radar de grandes incorporadoras, em razão do tamanho dos terrenos. Construiremos prédios e condomínios de casas super exclusivos, na contramão dos condomínios clubes, otimizando os espaços comuns para permitir o nível máximo de possibilidades de personalização interna”, diz Lucas Peres, sócio responsável pela vertical Aurea Homes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Tratam-se de imóveis voltados para quem gosta de elementos privilegiados e exclusivos e que tem como prioridade a qualidade de vida dos moradores e a sustentabilidade, tanto no ambiente interno quanto à sua volta”, complementa Lucas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os empreendimentos da Aurea Homes serão comercializados a preço de custo. “Os projetos serão acompanhados de governança, auditoria e controle. Um produto totalmente voltado para o público que está acostumado a investir no mercado imobiliário, mas que agora conta com esse pacote de modernidade de aderência ao mercado financeiro profissional”, complementa Marcelo Hannud, CEO da Aurea Finvest. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, outro grande diferencial é que os terrenos para viabilidade técnica Aurea Homes são originados e analisados via plataforma digital própria, chamada
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.aureadigital.com.br" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Aurea Digital
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , permitindo um ganho de eficiência, além de melhor experiência aos corretores e proprietários em uma análise em maior escala.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os primeiros projetos contam com a arquitetura customizada do arquiteto Jayme Lago, responsável por mais de 1,5 milhão de m² de obras e 88 torres residenciais em todo Brasil. ”O objetivo da Aurea Homes é trazer de volta para São Paulo o conceito de lar brasileiro, com projetos e residências resgatando espaços generosos, quartos amplos, espaçosos, salas abertas com muita luz e ventilação, abundância de terraços, áreas verdes e pés direitos maiores, com focos na elegância, leveza e amplitude”. menciona o Arqº Jayme Lago.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a Aurea Finvest
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A Aurea Finvest é resultado da fusão de duas empresas líderes em seus segmentos de atuação. A Finvest, com mais de 30 anos de histórico na formatação e desenvolvimento de empresas inovadoras no mercado financeiro imobiliário, e a Aurea, com 35 anos de história no desenvolvimento imobiliário de produtos residenciais, comerciais e logísticos. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A companhia reformula o processo de desenvolvimento imobiliário no Brasil por meio de uma plataforma completa e integrada de desenvolvimento e investimento imobiliário. Atua desde a originação ativa de oportunidades exclusivas, passando pela expertise na definição de produtos imobiliários, estruturação e captação financeira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 04 Oct 2023 19:26:04 GMT</pubDate>
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